31 de dezembro de 2010
Votos de Bom Ano Novo
Com um postal da cidade, onde se ilustra como a iluminação pode transformar um pardacento muro num valorativo elemento arquitectónico.
30 de dezembro de 2010
20 de dezembro de 2010
Grande Música
Concerto de Natal.
Uma feliz e oportuna iniciativa do Município de Mangualde.
Para nós, neste interior ostracizado, foi um verdadeiro regalo!
Uma feliz e oportuna iniciativa do Município de Mangualde.
Para nós, neste interior ostracizado, foi um verdadeiro regalo!
19 de dezembro de 2010
18 de dezembro de 2010
Decorações Natalícias
Das Kommentare... Kaput !
Pagar?
Pagar mensalmente por um sistema de comentários?
Livra!
Era só o que faltava...
Arquivei e passei ao clássico. As minhas desculpas.
Pagar mensalmente por um sistema de comentários?
Livra!
Era só o que faltava...
Arquivei e passei ao clássico. As minhas desculpas.
17 de dezembro de 2010
Decorações Natalícias
4 de dezembro de 2010
8 de novembro de 2010
Feira dos Santos
Decorreu hoje a edição de 2010 da secular Feira dos Santos.
Na minha opinião, correu bem:
Ao que me dizem, o recinto da feira foi melhorado, quer com a pavimentação dos “arruamentos”, quer com a construção de um edifício de apoio. Daí, melhores condições para feirantes e enfeirantes, visitantes e visitados.
Por outro lado, a circulação no centro da cidade não foi afectada. Não houve engarrafamentos, a não ser ao fim da tarde, e estacionava-se sem dificuldade. Daí, boas condições para o movimento quotidiano da cidade e também para quem se deslocava expressamente à feira de artesanato no Largo Dr. Couto.
Portanto, foi bem.
O desfile de cavaleiros, no Sábado, foi uma iniciativa interessante. Até tive oportunidade de tomar um café, na esplanada do Melro, na companhia de um cavaleiro que, com o seu belo animal, também ali desfrutava o sol da tarde. Pena foi que o cavalo se tivesse… “descuidado”. Mas estas coisas são mesmo assim.
No ano passado, por esta altura, esboçou-se um movimento que me pareceu tendente a trazer a Feira para o centro da cidade.
Pela minha parte, fiquei muito satisfeito por ter prevalecido o bom senso. Se assim tivesse acontecido, o melhor que os mangualdenses poderiam fazer era sair de fim-de-semana e regressar na segunda-feira para ajudar na reconstrução dos jardins e das calçadas.
É que a Feira não mais poderá ser aquilo que já foi. E isso por uma razão simples: o tempo! O tempo é outro e no entretempo tudo foi mudando.
De qualquer forma, enquanto houver Feira deve-se mantê-la o melhor possível.
Ora, uma das formas de o fazer é encurtando a distância.
É por isso que, em tempos, lancei a ideia de pedir emprestado, ou alugar, um (dois) comboio turístico para ligar o Centro à Feira.
Uma ideia a recuperar, da qual todos beneficiariam.
Na minha opinião, correu bem:
Ao que me dizem, o recinto da feira foi melhorado, quer com a pavimentação dos “arruamentos”, quer com a construção de um edifício de apoio. Daí, melhores condições para feirantes e enfeirantes, visitantes e visitados.
Por outro lado, a circulação no centro da cidade não foi afectada. Não houve engarrafamentos, a não ser ao fim da tarde, e estacionava-se sem dificuldade. Daí, boas condições para o movimento quotidiano da cidade e também para quem se deslocava expressamente à feira de artesanato no Largo Dr. Couto.
Portanto, foi bem.
O desfile de cavaleiros, no Sábado, foi uma iniciativa interessante. Até tive oportunidade de tomar um café, na esplanada do Melro, na companhia de um cavaleiro que, com o seu belo animal, também ali desfrutava o sol da tarde. Pena foi que o cavalo se tivesse… “descuidado”. Mas estas coisas são mesmo assim.
No ano passado, por esta altura, esboçou-se um movimento que me pareceu tendente a trazer a Feira para o centro da cidade.
Pela minha parte, fiquei muito satisfeito por ter prevalecido o bom senso. Se assim tivesse acontecido, o melhor que os mangualdenses poderiam fazer era sair de fim-de-semana e regressar na segunda-feira para ajudar na reconstrução dos jardins e das calçadas.
É que a Feira não mais poderá ser aquilo que já foi. E isso por uma razão simples: o tempo! O tempo é outro e no entretempo tudo foi mudando.
De qualquer forma, enquanto houver Feira deve-se mantê-la o melhor possível.
Ora, uma das formas de o fazer é encurtando a distância.
É por isso que, em tempos, lancei a ideia de pedir emprestado, ou alugar, um (dois) comboio turístico para ligar o Centro à Feira.
Uma ideia a recuperar, da qual todos beneficiariam.
7 de novembro de 2010
15 de outubro de 2010
Rankings 2010

Os jornais publicaram hoje os "rankings" das escolas nos resultados dos exames nacionais.
Consultei 4: Jornal de Notícias, Público, Diário de Notícias e Correio da Manhã.
Cada jornal utiliza o seu próprio critério, pelo que os resultados diferem de um para outro.
A posição da ESFA, em cada um dos rankings, foi a do quadro seguinte:
Consultei 4: Jornal de Notícias, Público, Diário de Notícias e Correio da Manhã.
Cada jornal utiliza o seu próprio critério, pelo que os resultados diferem de um para outro.
A posição da ESFA, em cada um dos rankings, foi a do quadro seguinte:
![]() |
(o DN alterou o critério que vinha seguindo, passando a considerar todas as fases de exames, o que não permite estabelecer comparações com anos anteriores)
Com todas as suas fragilidades, os rankings sempre servem para que as escolas, ao compararem-se com as congéneres, reflictam nos seus processos, tendo em vista a melhoria.
Em Mangualde, temos vindo a utilizar o ranking do JN. E, de acordo com esses dados, a ESFA subiu do 278.º lugar para o 215.º. É uma melhoria de 63 lugares e, portanto, um resultado positivo, o qual, todavia, não nos deixa suficientemente satisfeitos. De facto, apesar de termos alcançado resultados muito interessantes na generalidade das disciplinas (subimos 106 lugares a Matemática, 157 a Biologia, 173 a Física e Química e 204 a Geografia), o exame mais importante para o ranking, o de Português, não nos correu como era expectável, e...
Ainda assim, se apenas se considerarem as escolas públicas, a ESFA guinda-se ao 141.º lugar.
Ao nível da comparação distrital, Mangualde ficou na 9.ª posição entre as 28 escolas com ensino secundário. Isto é, também no contexto regional progredimos; estamos no primeiro terço. Contudo, não se pode perder de vista que o objectivo aprovado é o de ficar nas 5 primeiras.
(ranking do JN)
Também foram publicados os rankings dos exames do 9.º ano. As escolas de Mangualde ficaram próximas umas das outras, mas também aqui se pode melhorar.
![]() |
3 de outubro de 2010
Grande Música em Mangualde
Ainda não foi uma grande orquestra nem um solista de nomeada, mas estamos no bom caminho. É de continuar.
(se tiver dificuldade em ver o filme, ponha em pausa e aguarde que carregue)
(se tiver dificuldade em ver o filme, ponha em pausa e aguarde que carregue)
27 de setembro de 2010
17 de setembro de 2010
Boas entradas
Durante a visita a algumas unidades do nosso parque escolar, fui alertado pelo Sr. Presidente da Câmara para esta novidade: está a ser deslocalizada a sucata que ensombrava a principal entrada da cidade.
Tratava-se de um objectivo que foi partilhado ao longo de sucessivos mandatos autárquicos, agora resolvido a contento das várias partes.
Devemos, pois, alegrar-nos.
Além do mais, dizem-me que ali vai nascer uma nova unidade da área da restauração. Uma boa troca, naturalmente.
Tratava-se de um objectivo que foi partilhado ao longo de sucessivos mandatos autárquicos, agora resolvido a contento das várias partes.
Devemos, pois, alegrar-nos.
Além do mais, dizem-me que ali vai nascer uma nova unidade da área da restauração. Uma boa troca, naturalmente.

9 de setembro de 2010
1 de setembro de 2010
Festas da cidade
18 de agosto de 2010
26 de julho de 2010
Serra de Almeidinha
17 de julho de 2010
Reabilitação
José Miguel Marques, neste seu post, veio reconhecer o erro e assumir publicamente o arrependimento.
Assim, JMM, embora não tão breve quanto se justificava, diga-se, acabou por se redimir.
Não posso ficar indiferente perante este gesto que representa, afinal, aquilo que só está ao alcance de alguém que atingiu o estatuto de Homem.
Em conformidade, procedi à eliminação dos anteriores artigos, e respectivos comentários, onde José Miguel Marques surgia identificado.
E encerrei o assunto!
Tivessem outros agido assim e, também eles, ainda hoje seriam considerados homens.
Assim, JMM, embora não tão breve quanto se justificava, diga-se, acabou por se redimir.
Não posso ficar indiferente perante este gesto que representa, afinal, aquilo que só está ao alcance de alguém que atingiu o estatuto de Homem.
Em conformidade, procedi à eliminação dos anteriores artigos, e respectivos comentários, onde José Miguel Marques surgia identificado.
E encerrei o assunto!
Tivessem outros agido assim e, também eles, ainda hoje seriam considerados homens.
16 de julho de 2010
10 de julho de 2010
Relatório de Segurança Interna
Nos dias que correm, tenho vindo a despender umas massas com esta coisa da segurança: alarme, vídeo-vigilância, monitorização de chamadas telefónicas e, embora a finalidade não seja essa, até os meus bravos canídeos contam nessa despesa. Ora, como bem se sabe, com a crescente carga de impostos que este governo não cessa de nos esmifrar, cada vez é mais importante poupar. O problema é que não é mesmo nada fácil poupar.
Pois descobri que posso poupar algum nesta matéria.
Isso mesmo. Descobri que sou beneficiário de um serviço permanente - 24 horas por dia - de vigilância ao meu domicílio. E, caso raro, é grátis! Completamente à borla!

Para além do valioso serviço de vigilância – oh, que descanso! – está incluido o envio regular de relatórios, por sms, para processamento central. Um regalo. É a tranquilidade total!
Para vos deixar a roerem-se de inveja, vou aqui colocar um exemplo (clicar para ler bem) dos relatórios incluídos no serviço.
Tenho de reconhecer que este é um aspecto que ainda pode ser melhorado. A informação transmitida deve ter maior qualidade e rigor. Neste exemplo que publico, o relatório deveria especificar que a “reunião” era a festa de aniversário da minha mulher, bem como não deveria omitir a identificação dos restantes convivas.
É certo que, sendo à borla, não se poderá exigir muito. No entanto, nem me importava de pagar qualquer coisa, em troco da maior fiabilidade da informação.
Já ficaram doidinhos de inveja, não?
Pois, como sou vosso amigo, vou dar-vos algumas pistas sobre quem deverão contactar para beneficiarem de serviço idêntico (se é que, na ignorância, não estão dele já a usufruir, como aconteceu comigo).
É claro que aquilo que vocês queriam, mesmo, mesmo, era que eu tirasse aquele chato risquinho vermelho que tapa o nome do remetente. Era, não era? Pois era, mas... vão ter de esperar. Prometo que o vou tirando devagarinho.
(E se vocês soubessem quem foi o tipo que me deu este scan do telemóvel?) Ahhhhh....
Pois descobri que posso poupar algum nesta matéria.
Isso mesmo. Descobri que sou beneficiário de um serviço permanente - 24 horas por dia - de vigilância ao meu domicílio. E, caso raro, é grátis! Completamente à borla!

Para além do valioso serviço de vigilância – oh, que descanso! – está incluido o envio regular de relatórios, por sms, para processamento central. Um regalo. É a tranquilidade total!
Para vos deixar a roerem-se de inveja, vou aqui colocar um exemplo (clicar para ler bem) dos relatórios incluídos no serviço.
Tenho de reconhecer que este é um aspecto que ainda pode ser melhorado. A informação transmitida deve ter maior qualidade e rigor. Neste exemplo que publico, o relatório deveria especificar que a “reunião” era a festa de aniversário da minha mulher, bem como não deveria omitir a identificação dos restantes convivas.
É certo que, sendo à borla, não se poderá exigir muito. No entanto, nem me importava de pagar qualquer coisa, em troco da maior fiabilidade da informação.
Já ficaram doidinhos de inveja, não?
Pois, como sou vosso amigo, vou dar-vos algumas pistas sobre quem deverão contactar para beneficiarem de serviço idêntico (se é que, na ignorância, não estão dele já a usufruir, como aconteceu comigo).
É claro que aquilo que vocês queriam, mesmo, mesmo, era que eu tirasse aquele chato risquinho vermelho que tapa o nome do remetente. Era, não era? Pois era, mas... vão ter de esperar. Prometo que o vou tirando devagarinho.
(E se vocês soubessem quem foi o tipo que me deu este scan do telemóvel?) Ahhhhh....
4 de julho de 2010
3 de julho de 2010
2 de julho de 2010
28 de junho de 2010
BVM - Desfile de Fanfarras - 2010
Com o habitual brilho e a crescente adesão popular.
Parabéns aos nossos Bombeiros.
Parabéns aos nossos Bombeiros.
6 de junho de 2010
Lar da Paróquia
![]() |
O último projecto do saudoso Padre Lobinho. Uma obra que, discretamente, avança.
Ao fundo, o edifício do Colégio.
Um marco distintivo na nossa memória colectiva. Um elemento patrimonial cuja preservação ninguém contesta.
O primeiro passo terá de ser, bem se vê, a sua reversão para a posse do município. E o nosso actual executivo tem condições para o conseguir como nenhum outro teve. Estou em crer que é desta.
16 de maio de 2010
A conversa com o "Chef Ramos"

Encontrando-me na rua, vai o meu amigo João Abel:
- Que chatice, hem?
- O quê pá?
- Agora não podes ir de carro para casa. Deixa-lo no Largo, não?
- Não pá! Continuo a ir e a vir de casa de carro. Com todo o cuidado, que aquilo está mau, mas dá para passar. Já lá vai é mais de um ano, mas com os temporais…
- Ah! Vais, mas vais em transgressão. Eu ia ao cemitério e bem vi o sinal. Fui a pé. Só passa o carro do lixo, pá!
- Ó João, aquilo está em obras. É natural que seja proibido o trânsito. Já lá esteve outra placa a dizer “Proibido, Excepto Moradores”. A malta passa.
- Ah, ah! Aí é que está! Tu não sabes porque é que mudaram a placa.
- Bem...
- Então, vá lá. Escreve aí: ... ... ... ...
Nota:
No tempo do “aproveita-se tudo”, logo apareceriam umas alimárias a dizer que era incompetência: do Presidente da Câmara, do Vereador, do Encarregado-Geral ou do Chefe de Gabinete.
Não é, nem nunca foi! Uma obra, qualquer obra, muito mais com a envergadura desta, acarreta normais desconfortos que é preciso compreender. É o preço pela melhoria das condições.
Nota:
No tempo do “aproveita-se tudo”, logo apareceriam umas alimárias a dizer que era incompetência: do Presidente da Câmara, do Vereador, do Encarregado-Geral ou do Chefe de Gabinete.
Não é, nem nunca foi! Uma obra, qualquer obra, muito mais com a envergadura desta, acarreta normais desconfortos que é preciso compreender. É o preço pela melhoria das condições.
Bom, agora que isto está esclarecido, diga lá, caro leitor:
Sabe a razão? Sabe qual foi a explicação do João?
Se sabe... diga.
11 de maio de 2010
O Romantismo de Chopin na Casa da Ínsua
A Casa da Ínsua - gerida pela Visabeira - afirma-se crescentemente como pólo de atracção de Penalva do Castelo. Pela vertente da hotelaria, naturalmente, mas também pela da cultura e erudição.
E nós, com a "música clássica" tão distante, não podemos desperdiçar estas oportunidades.
Só não foi ainda melhor porque, por motivos que desconheço, a solista não foi acompanhada pela Orquestra Clássica do Centro, como estava previsto.
E nós, com a "música clássica" tão distante, não podemos desperdiçar estas oportunidades.
Só não foi ainda melhor porque, por motivos que desconheço, a solista não foi acompanhada pela Orquestra Clássica do Centro, como estava previsto.
9 de maio de 2010
25% de bêbedos ???

Pois eu não acredito mesmo nada neste número.
Grosso modo, isto é quase a mesma coisa que dizer que se estivermos 4 sentados a uma mesa, 1 é borrachão!
Livra!
Até me sinto ofendido.
Eu acho que o Senhor Presidente da Câmara, antes de "tomar medidas", devia pedir o estudo ao CRA de Coimbra. Devíamos conhecer a metodologia, os critérios, a amostra e os resultados.
Sem isso, esta notícia é ofensiva.
Vou aguardar a publicação do estudo.
.
.
(retirado do CM de 09.05.2010)
1 de maio de 2010
Homenagem aos ex-Combatentes
Depois de vários contactos e reuniões com a Direcção da Associação dos ex-Combatentes Beirões, a última das quais teve lugar em 17/09/2008, decidiu-se que os serviços técnicos do Município, em articulação com elementos aquela associação, “estudassem a possibilidade de enquadramento do canhão num conjunto arquitectónico a construir e colocar na Rotunda dos Combatentes”.
Cerca de um ano e meio depois, aí está a conjugação da ideia dos ex-combatentes com o reconhecido sentido estético da Arquitecta Sofia.
De meu ponto de vista, um belo trabalho que homenageia os que deram o melhor de si nas guerras do Ultramar e dignifica aquela entrada da cidade.
Os meus parabéns a todos.
Cerca de um ano e meio depois, aí está a conjugação da ideia dos ex-combatentes com o reconhecido sentido estético da Arquitecta Sofia.
De meu ponto de vista, um belo trabalho que homenageia os que deram o melhor de si nas guerras do Ultramar e dignifica aquela entrada da cidade.
Os meus parabéns a todos.
![]() |
24 de abril de 2010
Unidade de Saúde Familiar
Embora, ao que me parece, a USF não tenha nascido sob este paradigma, espero que venha a funcionar segundo a lógica da gestão empresarial preconizada pela legislação. Se assim for, prestará bons serviços à população, optimizando recursos que são cada vez mais escassos.
Nesta medida, os mangualdenses ganharão em qualidade de vida.
Não posso, todavia, deixar de fazer um reparo: a localização.
Como bem se sabe, a maior parte das pessoas desloca-se ao médico de automóvel. Ora, na zona, pesem embora os parquímetros, os lugares de estacionamento são escassos. Acredito que o projecto de remodelação do edifício inclua a criação de um parque de estacionamento interior. Contudo, por razões óbvias, este não deverá comportar veículos para além dos do pessoal de serviço.
Os utentes terão, portanto, um problema. Um problema que não é menor.
Importa dizer que não estou a pôr em causa a aquisição do edifício pelo Município. Bem pelo contrário, trata-se de uma ideia que defendi desde há anos, já que permitiria - permitiu - ajudar a resolver o problema do endividamento dos BVM. Foi assim que a questão foi colocada em 2008. Só que, na altura, o objectivo era o da mudança da GNR. Como bem se perceberá, não é a mesma coisa ter a GNR na Cruz da Mata ou no centro da cidade. E isto, sobretudo num tempo em que a criminalidade não pára de aumentar. Além disso, as obras de remodelação seriam de muito menor monta.
Outras localizações haveria para a USF.
Infelizmente, não foi assim que se avançou.
Mas não é por isso que deixo de me alegrar: A USF é uma boa notícia para Mangualde!
23 de março de 2010
Bem velhinho
Este filme já é de 2003.
Encontrei a "matriz" que julgava perdida.
Com uns cortes aqui e ali, conseguiu-se reduzir a duração para os 10 minutos permitidos pelo Youtube.
Encontrei a "matriz" que julgava perdida.
Com uns cortes aqui e ali, conseguiu-se reduzir a duração para os 10 minutos permitidos pelo Youtube.
4 de março de 2010
O eco da entrevista
Parece que esta parte da entrevista que dei ao Mangualde.net incomodou uma pessoa.
Incomodou mas, segundo o próprio, não ofendeu. Ainda bem! Nunca foi essa a intenção. Aliás, a verdade pode ser muito incómoda, mas nunca é ofensiva.
Além de incómoda, a dita entrevista ainda suscitou àquela pessoa a seguinte dúvida: quem foi que alertou a jornalista do JN?
Caramba! Foi logo ficar com dúvidas na parte menos relevante da matéria. Mas, pronto, embora a resposta lá esteja claramente expressa, sempre vou acrescentar o que a jornalista me transmitiu: que tinha tido um lamiré da Rádio NoAr. Bom, agora é só lembrar quem tinha (tem) contactos regulares com aquela rádio e somar dois mais dois. Por isso é que eu disse que “primeiro” se publicou e “depois” se empolou. Tudo simples de mais para causar qualquer dúvida.
Mas já que estou a falar de incómodos, sempre vou relembrar que também eu fiquei muito incomodado. Mesmo muito. Só que não foi agora. Foi naquela altura. Foi, sim senhor.
E foi, porque há pessoas que, perante determinadas circunstâncias, têm responsabilidades especiais; responsabilidades que outros, em idênticas circunstâncias, podem não ter. E quando não as assumem...
Ora vamos lá recordar:
Tudo começou com uma tentativa de me assacarem responsabilidades no processo de falência da Malhacila.
Neste contexto, a pessoa em causa tinha as tais especiais responsabilidades. Uma daquelas responsabilidades era a que deriva da confiança; a confiança implica reciprocidade; não se pode confiar numa pessoa que não confia em nós. Por isso, quando eu disse “É falso!", mandaria a responsabilidade da confiança mútua – que na altura existia – que não se pusesse em causa a minha afirmação; e, se dúvidas houvesse, haveria que esclarecê-las em privado, por email ou cara-a-cara; nunca publicamente; nunca amplificando a mistificação. Mas foi o que a pessoa fez. Traiu, assim, a confiança.
Por outro lado, a pessoa tinha uma outra responsabilidade; a que advinha do facto de ser professor de disciplinas da área em causa – a gestão de empresas. Ora, um professor de Gestão de Empresas não poderia ter dito que "este documento para além de interno não apresenta o conselho fiscal" quando apreciou aquele que estipulava que a fiscalização da empresa cabia a um “fiscal único". Mas fê-lo! E por que o fez? Bom, só há duas hipóteses: ou desconhecia mesmo a figura de “fiscal único”, ou fingiu que a desconhecia. Eu preferi acreditar na segunda hipótese. A primeira seria bem pior, como bem se compreenderá.
Mas o mais grave ainda estava para vir. É que, nem quando publiquei a história integral, na qual incluí o link para a certidão permanente da empresa, isto é, nem quando todas as pretensas dúvidas quanto a datas ficaram absolutamente clarificadas, nem aí – e já era tarde – a pessoa se dignou publicar a necessária retractação, antes tendo insistido na negação da evidência.
E foi aí que ficou escancarada a enorme falha de carácter daquela pessoa.
As falhas de carácter nunca se esquecem. Podem perdoar-se, é certo, mas são necessárias iniciativas que evidenciem a vontade e o arrependimento. Depois… depois o tempo sempre acaba por desempenhar o seu papel.
Curiosamente, é isso que me parece que está a acontecer com o blogger com quem tive as divergências mais públicas (e as mais exploradas e instrumentalizadas, diga-se). E isso agrada-me.
Nota: É possível que não consiga ver todos os comentários nas caixas que linkei. Nesse caso, clique na palavra "more" que aparece no fundo das ditas caixas.
Incomodou mas, segundo o próprio, não ofendeu. Ainda bem! Nunca foi essa a intenção. Aliás, a verdade pode ser muito incómoda, mas nunca é ofensiva.
Além de incómoda, a dita entrevista ainda suscitou àquela pessoa a seguinte dúvida: quem foi que alertou a jornalista do JN?
Caramba! Foi logo ficar com dúvidas na parte menos relevante da matéria. Mas, pronto, embora a resposta lá esteja claramente expressa, sempre vou acrescentar o que a jornalista me transmitiu: que tinha tido um lamiré da Rádio NoAr. Bom, agora é só lembrar quem tinha (tem) contactos regulares com aquela rádio e somar dois mais dois. Por isso é que eu disse que “primeiro” se publicou e “depois” se empolou. Tudo simples de mais para causar qualquer dúvida.
Mas já que estou a falar de incómodos, sempre vou relembrar que também eu fiquei muito incomodado. Mesmo muito. Só que não foi agora. Foi naquela altura. Foi, sim senhor.
E foi, porque há pessoas que, perante determinadas circunstâncias, têm responsabilidades especiais; responsabilidades que outros, em idênticas circunstâncias, podem não ter. E quando não as assumem...
Ora vamos lá recordar:
Tudo começou com uma tentativa de me assacarem responsabilidades no processo de falência da Malhacila.
Neste contexto, a pessoa em causa tinha as tais especiais responsabilidades. Uma daquelas responsabilidades era a que deriva da confiança; a confiança implica reciprocidade; não se pode confiar numa pessoa que não confia em nós. Por isso, quando eu disse “É falso!", mandaria a responsabilidade da confiança mútua – que na altura existia – que não se pusesse em causa a minha afirmação; e, se dúvidas houvesse, haveria que esclarecê-las em privado, por email ou cara-a-cara; nunca publicamente; nunca amplificando a mistificação. Mas foi o que a pessoa fez. Traiu, assim, a confiança.
Por outro lado, a pessoa tinha uma outra responsabilidade; a que advinha do facto de ser professor de disciplinas da área em causa – a gestão de empresas. Ora, um professor de Gestão de Empresas não poderia ter dito que "este documento para além de interno não apresenta o conselho fiscal" quando apreciou aquele que estipulava que a fiscalização da empresa cabia a um “fiscal único". Mas fê-lo! E por que o fez? Bom, só há duas hipóteses: ou desconhecia mesmo a figura de “fiscal único”, ou fingiu que a desconhecia. Eu preferi acreditar na segunda hipótese. A primeira seria bem pior, como bem se compreenderá.
Mas o mais grave ainda estava para vir. É que, nem quando publiquei a história integral, na qual incluí o link para a certidão permanente da empresa, isto é, nem quando todas as pretensas dúvidas quanto a datas ficaram absolutamente clarificadas, nem aí – e já era tarde – a pessoa se dignou publicar a necessária retractação, antes tendo insistido na negação da evidência.
E foi aí que ficou escancarada a enorme falha de carácter daquela pessoa.
As falhas de carácter nunca se esquecem. Podem perdoar-se, é certo, mas são necessárias iniciativas que evidenciem a vontade e o arrependimento. Depois… depois o tempo sempre acaba por desempenhar o seu papel.
Curiosamente, é isso que me parece que está a acontecer com o blogger com quem tive as divergências mais públicas (e as mais exploradas e instrumentalizadas, diga-se). E isso agrada-me.
Nota: É possível que não consiga ver todos os comentários nas caixas que linkei. Nesse caso, clique na palavra "more" que aparece no fundo das ditas caixas.
28 de fevereiro de 2010
Eu acho muito bem
Mas estou mesmo a ouvir o clamor que se levantaria se esta destruição da vegetação tivesse sido realizada noutro tempo.
21 de fevereiro de 2010
18 de fevereiro de 2010
6 de fevereiro de 2010
Árvores (ainda e sempre)
3 de fevereiro de 2010
O mito da PODA

So que não se trata de uma foto, como se tornou habitual. Antes vou aqui deixar um artigo que aborda uma matéria particularmente actual nesta nossa cidade, onde, ancestralmente, se procede à poda radical das árvores ornamentais.
Acontece que, na última edição da Ingenium, revista da Ordem dos Engenheiros, veio à estampa um artigo - científico, obviamente - que destroi o mito da necessidade da poda radical das árvores.
O artigo está aqui, entre as páginas 66 e 69.
Esperemos que possa produzir algum efeito.
11 de janeiro de 2010
Nevou
6 de janeiro de 2010
Em Dia de Reis
O Grupo de Cantares da Associação Mangualde Azurara fez o favor de me vir cantar as Janeiras.
A tradição ainda é o que era.
A tradição ainda é o que era.
![]() |
Subscrever:
Mensagens (Atom)