8 de Novembro de 2009
Up and Down - 2009
4 de Novembro de 2009
Água em movimento
25 de Outubro de 2009
A água que escasseia
A baixa precipitação que se tem verificado durante todo este ano de 2009, aliada ao consumo para produção de energia eléctrica, levam a que a cota da Barragem de Fagilde esteja muito abaixo da desejável.
Note-se que a gestão desta barragem, que abastece 4 concelhos, não é da competência dos municípios, mas da responsabilidade directa do INAG.



Mais fotos no FLICKR
Note-se que a gestão desta barragem, que abastece 4 concelhos, não é da competência dos municípios, mas da responsabilidade directa do INAG.



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24 de Outubro de 2009
Ideias com Imagens
Ao longo destes meses, vários leitores me deram conta da sua insatisfação pelo fecho deste blog.
Não podendo corresponder aos que gostariam que aqui mantivesse um espaço de opinião política - para mim, a política local morreu - posso, no entanto, ir ao encontro dos que, estando longe da sua terra, aqui vinham em busca de fotografias actualizadas.
Pois é o que farei.
Não podendo corresponder aos que gostariam que aqui mantivesse um espaço de opinião política - para mim, a política local morreu - posso, no entanto, ir ao encontro dos que, estando longe da sua terra, aqui vinham em busca de fotografias actualizadas.
Pois é o que farei.
7 de Agosto de 2009
Fechado

Manda a decência que me mantenha afastado de toda a peçonha que por aí vai grassando, mais e mais, numa espiral imensa que ameaça tornar-se pandémica, qual gripe - suína, bem se vê - descontrolada.
Para um dia regressar...
21 de Julho de 2009
Falsificação? Crime? Credo !
Estive a ler um comunicado do Partido Socialista em resposta a um par de artigos sobre os caminhos do Agris, onde se fala em falsificação de documentos e em outras coisa complicadas.
Pode ser presunção minha, mas fiquei com a ideia de que um dos artigos do referido par seria o que aqui escrevi. Acertei?
Ora bem, perante o texto do comunicado, impõem-se dois esclarecimentos.
1) Sobre o incómodo do PSD:
O PSD e, neste caso específico, a respectiva candidatura autárquica, tem porta-vozes a quem compete divulgar as posições do partido sobre as diversas matérias. Acontece que não conheço qualquer posição do PSD sobre a questão dos caminhos do Agris. Acontece, e isto é ainda mais importante, que aquilo que escrevo me vincula a mim próprio e a mais ninguém.
2) Sobre a falsificação de documentos:
O que eu disse foi que seria muito, mesmo muito, muitíssimo, difícil fazer aquelas operações todas durante um fim-de-semana. Por isso, como lá está escancarado, o que coloquei em dúvida foi a veracidade da informação que me deram sobre a simultaneidade das datas de notificação da aprovação das candidaturas das diversas juntas de freguesia. De resto, embora num comentário, até reiterei que se tratava de pessoas que não se iriam "meter em buracos". Portanto, a hipótese rebuscada da falsificação de documentos e afins tem de ficar exactamente com quem a levantou.
Finalmente, tenho de dizer que foi pena que o comunicado não esclarecesse a minha dúvida: as datas das notificações.
Pode ser presunção minha, mas fiquei com a ideia de que um dos artigos do referido par seria o que aqui escrevi. Acertei?
Ora bem, perante o texto do comunicado, impõem-se dois esclarecimentos.
1) Sobre o incómodo do PSD:
O PSD e, neste caso específico, a respectiva candidatura autárquica, tem porta-vozes a quem compete divulgar as posições do partido sobre as diversas matérias. Acontece que não conheço qualquer posição do PSD sobre a questão dos caminhos do Agris. Acontece, e isto é ainda mais importante, que aquilo que escrevo me vincula a mim próprio e a mais ninguém.
2) Sobre a falsificação de documentos:
O que eu disse foi que seria muito, mesmo muito, muitíssimo, difícil fazer aquelas operações todas durante um fim-de-semana. Por isso, como lá está escancarado, o que coloquei em dúvida foi a veracidade da informação que me deram sobre a simultaneidade das datas de notificação da aprovação das candidaturas das diversas juntas de freguesia. De resto, embora num comentário, até reiterei que se tratava de pessoas que não se iriam "meter em buracos". Portanto, a hipótese rebuscada da falsificação de documentos e afins tem de ficar exactamente com quem a levantou.
Finalmente, tenho de dizer que foi pena que o comunicado não esclarecesse a minha dúvida: as datas das notificações.
Etiquetas: agris, contratação pública, Obras, Política
19 de Julho de 2009
Obra desenganada
Li no Renascimento que as Juntas de Freguesia de Mesquitela e Cunha Baixa, tendo, em devido tempo, apresentado candidaturas ao programa AGRIS para financiamento da beneficiação de caminhos, foram notificadas da necessária aprovação no passado dia 5 de Junho, uma sexta-feira. Segundo o mesmo jornal, a data limite para apresentação das facturas das obras era 8 de Junho, isto é, a segunda-feira seguinte à notificação. Assim, com prazo tão curto – escassas 72 horas – as duas Juntas de Freguesia não conseguiram realizar as obras.Pensei na altura: Ora bolas! Se os burocratas que analisaram estas candidaturas tivessem sido tão lestos como foram nas outras, teria sido possível dar mais tempo e também estas fariam os seus caminhos. Que chatice…
Só que, ontem, na minha tertúlia, garantiram-me que todas as Juntas de Freguesia candidatas foram notificadas na mesma data e com o mesmo prazo. E que várias conseguiram fazer as obras e apresentar as facturas na aprazada segunda-feira. Eia lá!
É claro que duvidei. Duvidei e continuo a duvidar. É um prazo muito curto e, ainda para mais, mete Sábado e Domingo de permeio.
É certo que teriam os projectos todos prontinhos à espera da ordem para avançar, mas, mesmo assim, teriam sempre de: (1) seleccionar a empresa construtora de acordo com as regras da contratação pública, (2) adjudicar a obra, (3) assinar o respectivo contrato, (4) mandar avançar a empresa, (5) realizar a obra propriamente dita (o asfaltamento do caminho) e, finalmente, (6) receber as facturas dos trabalhos. E tudo isto dentro das escassas 72 horas do prazo.
Ora, como se reconhecerá, não sendo de todo impossível, isto é muito, mas mesmo muito, difícil. É, como costumo dizer, obra desenganada!
Por isso, se acaso foi mesmo assim, é com sentido entusiasmo que dou os parabéns a todos os que não se intimidaram perante o gigantismo da tarefa e conseguiram realizar esta rara proeza.
Parabéns!
(mas, como disse, duvidei e continuo a duvidar)
Etiquetas: agris, contratação pública, Obras, Política
15 de Julho de 2009
Ópera do povo
9 de Julho de 2009
Evocação do Foral
Arte com simplicidade e economia.
Depois de completado - iluminação e revestimentos - vai tornar-se num elemento de referência.
Ainda assim, tenho de dizer que gostava mais da versão em aço.
Depois de completado - iluminação e revestimentos - vai tornar-se num elemento de referência.
Ainda assim, tenho de dizer que gostava mais da versão em aço.
Etiquetas: Cultura, jardins, monumentos, Obras
28 de Junho de 2009
Como vi o simulacro
Tendo em conta que não percebo nada da matéria, isto pode ter algumas incorrecções ao nível da terminologia. Agradeço correcções.
(para ver em ecrã inteiro, clique aqui)
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Etiquetas: bombeiros, simulacro
22 de Junho de 2009
Desfile de Fanfarras
O maior dos últimos anos, a assinalar os 80 anos dos Bombeiros Voluntários de Mangualde.
(para ver em ecrã inteiro, clique aqui)
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Etiquetas: bombeiros
15 de Junho de 2009
O caminho do Coval
A decisão de abandonar a política, ou, mais exactamente, de deixar de ter actividade político-partidária, priva-me, naturalmente, do conhecimento atempado de muitos dos epifenómenos que ocorrem na nossa terra, mas não me veio a retirar qualquer direito de cidadania. Continuarei, portanto, a pensar; a pensar a “polis”; e, nesta linha, a manter este “Pensar Mangualde”, onde venho dando conta daquilo que vai acontecendo na “polis”, quedando-me, por vezes, no simples registo fotográfico, mas, quase sempre, tomando posição – favorável ou não – quanto ao referenciado no post.
Assim aconteceu no artigo anterior, onde exprimi discordância quanto à opção de pavimentação do caminho do Coval, em detrimento de outros que considero prioritários, opinião que logo veio a ser secundada por alguns comentadores.
De imediato se afobou o senhor mocho (?) – naquele estilo sofrido, rasteiro e pessoalizado – para dizer que se tratava de um ataque ao Presidente da Junta de Freguesia de Quintela de Azurara, já que a escolha daquele caminho teria sido sua opção individual no âmbito de uma candidatura ao Programa Agris.
Ora, tal como então escrevi, não fazia qualquer ideia da “paternidade” da iniciativa. Nem isso me interessa. Nem isso deve interessar alguém. O que interessa são as ideias, as opções e as estratégias, e não as pessoas que as têm ou que as executam. Nunca personalizo nada, nunca mesmo, excepção feita a José Sócrates, por personificar um estilo de “fazer” política que está nos antípodas dos princípios que aprecio.
Acontece que nunca me passou pela cabeça que o tapete do caminho do Coval fosse uma obra enquadrável no Agris. Ligava o Agris à Agricultura e, não vendo por ali, desde a estrada de Quintela até ao Coval, qualquer exploração agrícola, nem sequer me ocorreu essa hipótese, pelo que, nas minhas cogitações, nunca entrou a Junta de Freguesia de Quintela, nem o respectivo presidente, nem, muito menos, o fato do senhor ser, ou não ser, homem fiel (esta, então, não lembraria ao diabo).
O que me ocorreu, vou dizê-lo, foi que se tratasse de obra da Câmara Municipal de Mangualde com vista a qualquer coisa ligada aos Moinhos do Coval…
E que fosse! Ainda que tivesse a certeza, não mudaria uma única vírgula na minha crítica.
De todo o modo, o escrito do senhor mocho veio clarificar a questão.
E mais: ao tomar conhecimento de outras estradas pagas pelo Agris, percebi que o programa extravasa muito da relação com a agricultura e aquilatei do seu verdadeiro alcance.
Contudo, essa melhor percepção ainda veio, afinal, dar maior fundamento à minha crítica inicial. Vejamos dois dos casos:
Ligação Relógio-Velho – Cubos: liga uma zona habitacional a outra zona habitacional.
Ligação Fornos – Vila Garcia: liga uma zona habitacional a outra zona habitacional.
Ou seja, estes dois exemplos vêm mostrar que o Agris permite pavimentar troços entre aglomerados habitacionais, incluindo zonas urbanizadas consolidadas, desde que a largura da plataforma não ultrapasse os 5 metros (e, já agora, a minha rua não tem mais de 6).
Ora, assim sendo, teria pleno cabimento no dito Agris a pavimentação entre o Bairro da Fontinha (zona habitacional) e o Bairro Senhora do Castelo – Colónias (outra zona habitacional).
E, insisto, essa opção serviria mais, mas mesmo muito mais, pessoas.
Assim aconteceu no artigo anterior, onde exprimi discordância quanto à opção de pavimentação do caminho do Coval, em detrimento de outros que considero prioritários, opinião que logo veio a ser secundada por alguns comentadores.
De imediato se afobou o senhor mocho (?) – naquele estilo sofrido, rasteiro e pessoalizado – para dizer que se tratava de um ataque ao Presidente da Junta de Freguesia de Quintela de Azurara, já que a escolha daquele caminho teria sido sua opção individual no âmbito de uma candidatura ao Programa Agris.
Ora, tal como então escrevi, não fazia qualquer ideia da “paternidade” da iniciativa. Nem isso me interessa. Nem isso deve interessar alguém. O que interessa são as ideias, as opções e as estratégias, e não as pessoas que as têm ou que as executam. Nunca personalizo nada, nunca mesmo, excepção feita a José Sócrates, por personificar um estilo de “fazer” política que está nos antípodas dos princípios que aprecio.
Acontece que nunca me passou pela cabeça que o tapete do caminho do Coval fosse uma obra enquadrável no Agris. Ligava o Agris à Agricultura e, não vendo por ali, desde a estrada de Quintela até ao Coval, qualquer exploração agrícola, nem sequer me ocorreu essa hipótese, pelo que, nas minhas cogitações, nunca entrou a Junta de Freguesia de Quintela, nem o respectivo presidente, nem, muito menos, o fato do senhor ser, ou não ser, homem fiel (esta, então, não lembraria ao diabo).
O que me ocorreu, vou dizê-lo, foi que se tratasse de obra da Câmara Municipal de Mangualde com vista a qualquer coisa ligada aos Moinhos do Coval…
E que fosse! Ainda que tivesse a certeza, não mudaria uma única vírgula na minha crítica.
De todo o modo, o escrito do senhor mocho veio clarificar a questão.
E mais: ao tomar conhecimento de outras estradas pagas pelo Agris, percebi que o programa extravasa muito da relação com a agricultura e aquilatei do seu verdadeiro alcance.
Contudo, essa melhor percepção ainda veio, afinal, dar maior fundamento à minha crítica inicial. Vejamos dois dos casos:
Ligação Relógio-Velho – Cubos: liga uma zona habitacional a outra zona habitacional.
Ligação Fornos – Vila Garcia: liga uma zona habitacional a outra zona habitacional.
Ou seja, estes dois exemplos vêm mostrar que o Agris permite pavimentar troços entre aglomerados habitacionais, incluindo zonas urbanizadas consolidadas, desde que a largura da plataforma não ultrapasse os 5 metros (e, já agora, a minha rua não tem mais de 6).
Ora, assim sendo, teria pleno cabimento no dito Agris a pavimentação entre o Bairro da Fontinha (zona habitacional) e o Bairro Senhora do Castelo – Colónias (outra zona habitacional).
E, insisto, essa opção serviria mais, mas mesmo muito mais, pessoas.
Etiquetas: despesismo, Política
13 de Junho de 2009
Estranho critério
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É conhecida a minha posição contra o “asfaltamento” de estradas e caminhos integrados em plena Natureza e pouco utilizados. Só como exemplo, sempre defendi que não se deveria “alcatroar” a estrada da barragem de Fagilde. Estes caminhos e estradões devem, na minha perspectiva, estar em bom estado, sem buracos ou regueiras, o que exige manutenção regular, mas devem manter-se em terra, em tout-venant.
Ora, dei hoje conta que o caminho do Coval foi transformado numa verdadeira estrada; um piso de categoria; um tapete de fazer inveja a muitos bairros urbanos.
Não sei de quem foi a ideia, nem sei quem pagou a intervenção.
Não sei, mas contesto. Contesto pela razão que acima expus, e ainda mais: reportando-me ao exemplo, o caminho do Coval ainda tem menos tráfego que a estrada da barragem. Quantas pessoas o usam? Haverá alguma que o faça com regularidade? Tenho sérias dúvidas.
Por isso, critico o critério, o qual chega a ser verdadeiramente paradoxal.
Mas olhemos, um pouco mais acima na estrada de Quintela, para o Bairro da Fontinha, onde reside muito boa gente.
Então, se havia dinheiro para pavimentações, por que razão não se utilizou esse dinheiro na pavimentação dos dois arruamentos do Bairro da Fontinha em vez de um caminho com uma extensão ainda razoável onde não passa quase ninguém? Porquê? Não serviria muito mais pessoas?
Parece-me um caso típico de despesismo e inversão de prioridades. Mal!
Etiquetas: despesismo, Política
11 de Junho de 2009
Dia de Corpo de Deus
9 de Junho de 2009
Europeias em Mangualde
Apenas acho correctas as comparações de resultados de actos eleitorais homólogos. Por essa razão, publico os resultados das europeias no concelho de Mangualde, nas eleições de 2004 e 2009.Sem pretender fazer qualquer tipo de análise política - isso fica para os especialistas que por aí há aos montes - vou limitar-me a factualidades. Assim:
- O número de eleitores no concelho, muito por força do recenseamento automático, aumentou em mais de 2.300;
- O número de votantes aumentou em quase mil;
- A abstenção, ainda que ligeiramente, diminuiu;
- Com excepção do PS, todos os "grandes" partidos - BE já incluído neste grupo - aumentaram a sua expressão eleitoral, tanto em percentagem, como em número absoluto de votos;
- O PSD e o CDS, somados, tiveram mais 715 votos que em 2004;
- Mesmo sozinho, o PSD obteve agora mais votos que a coligação de 2004;
- O PS, apesar do aumento de votantes, perdeu mais de 200 votos, caindo quase 10%.
Etiquetas: eleições






