18 de junho de 2008
Faz... desfaz... põe... tira...
... e sempre, sempre, mas sempre, a... DESTRUIR !
Esta rua, por exemplo, onde se circulava lindamente, agora até sinalização de estrangulamento tem!
7 de junho de 2008
6 de junho de 2008
Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização
Para "ajudar 1549 trabalhadores portugueses da indústria automóvel a encontrarem emprego" já que as empresas onde trabalhavam - Alcoa Fujikura, na região de Lisboa, Opel Portugal e Johnson Controls no Alentejo - foram deslocalizadas, "mudando-se para países em que os custos ligados à logística e ao transporte são menos elevados".
Não gosto nada disto!
Para mais, foi José Sócrates que, durante a campanha eleitoral de 2005, se fartou de criticar o governo de então por não conseguir evitar as deslocalizações. Apre!
Não gosto nada disto!
Para mais, foi José Sócrates que, durante a campanha eleitoral de 2005, se fartou de criticar o governo de então por não conseguir evitar as deslocalizações. Apre!
4 de junho de 2008
1 de junho de 2008
Será só ignorância?
A revista Visão elaborou um ranking dos concelhos portugueses segundo as respectivas taxas de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), por ordem crescente. Ali ao lado está a parte inicial desse ranking. Clique na imagem para ver melhor.Agora que já a está a ver em condições, responda a esta questão:
Os contribuintes do concelho de Almeida pagam menos IMI que os do Sabugal?
A sua resposta deve ter sido: “Não! Pagam exactamente o mesmo.”
Se a sua resposta foi diferente, não prossiga com a leitura. Procure ajuda especializada. Faça-o com o máximo de urgência. Não perca tempo. O seu caso é grave!
...
Bom, mas então porque é que Almeida vem tantos lugares acima do Sabugal?
E o leitor dirá: “Essa é básica. Ora, os concelhos estão por ordem alfabética dentro da mesma taxa de IMI.”
E o leitor tem toda a razão. Comprove isso mesmo consultando a lista completa da Visão aqui.
Repare que a Visão não atribuiu posições aos concelhos. Não atribuiu a Almeida o número 1 e ao Sabugal o 17. Se o tivesse feito, estaria a induzir os respectivos leitores em erro, uma vez que todos os concelhos da lista, entre Almeida e o Sabugal, aplicam as mesmas taxas de IMI e estão, por isso, na mesma posição do ranking.
Ora, estudando a lista da Visão, conclui-se que em Portugal, em 2008, há 42 grupos de concelhos a aplicarem diferentes taxas de IMI, desde aqueles que definiram 0,2% / 0,4% (prédios avaliados / não avaliados), até aos que optaram por 0,5% / 0,8%.
No concelho de Mangualde as taxas são de 0,4% / 0,8%, o que corresponde ao 23.º escalão entre os tais 42. Isto é, Mangualde fica um pouco acima do meio da tabela.
...
Então? Tem alguma dúvida? Tire-a. É fácil. Consulte a fonte. É mesmo para isso que faço questão de colocar as fontes. Sempre!
...
Agora, veja o recorte do jornalzinho O Zurara que está aqui por baixo. Veja… e tire as devidas conclusões!
O problema é quando um professor de Ciências Económicas reproduz acriticamente esta incorrecção científica. Imagine-se que algum aluno o lê…
31 de maio de 2008
PSD
Resultados eleitorais na secção concelhia de Mangualde:
Votos | % | |
| Patinha Antão | 0 | 0,0 |
| Santana Lopes | 15 | 13,3 |
| Ferreira Leite | 19 | 16,8 |
| Passos Coelho | 79 | 69,9 |
A ferro e fogo
20 de maio de 2008
Marrocos, hem?
16 de maio de 2008
15 de maio de 2008
Estaleiro
13 de maio de 2008
Virar a página
A partir desta data este blog não aceitará comentários.
Perde-se em interactividade mas ganha-se em correcção.
Quem entender corrigir ou acrescentar qualquer coisa aos artigos, pode escrever-me para azurara.blog@gmail.com. Caso a caso, discricionariamente, decidirei se o publico.
Perde-se em interactividade mas ganha-se em correcção.
Quem entender corrigir ou acrescentar qualquer coisa aos artigos, pode escrever-me para azurara.blog@gmail.com. Caso a caso, discricionariamente, decidirei se o publico.
10 de maio de 2008
9 de maio de 2008
Educação... cada um tem a que quer!
ATENÇÃO:
Este texto está sujeito ao regime da Propriedade Intelectual, não podendo ser reproduzido por qualquer meio sem expressa autorização do autor, que SOU EU! Excepciona-se o caso da reprodução integral, para o que bastará a informação prévia. Depois não venham dizer que não sabiam e coisa assim e tal!
Pois no jornalzinho lá vem mais uma bicadita de ave, neste caso de um pardal, à minha pessoa. Diz o escriba que não são educativas as fotos dos “aviões” que, de quando em vez, coloco no meu blog (não é neste; é no “outro”…).
Ora acontece que tenho exactamente a opinião contrária. Eu até as publico lá com finalidades educativas!
Passo a explicar:
Imaginemos que neste nosso país, onde se fazem tantas experiências pedagógicas, o Governo se atrevia a criar, em regime experimental, a disciplina “Gostar
de Mulheres”. Seria uma disciplina de carácter teórico, obviamente. Como programa, o governo poderia propor temas como: “Cabelo”, “Olhos”, “Lábios”,… “Introdução à Lingerie”, ...
Esta disciplina deveria ser recomendada para utentes do sexo masculino. Mas apenas recomendada. Em opção haveria a disciplina “Gostar de Homens”, sendo esta a recomendada para utentes do sexo feminino. Não imagino qual pudesse ser o programa desta última, mas estou certo de que o tal pardal, tendo em conta o posicionamento que revela, terá grande facilidade em o sugerir num dos próximos números.
Para assegurar a pluralidade, a diversidade, a democracia, o “todos diferentes, todos iguais” e o direito à auto-determinação, qualquer das duas disciplinas poderia vir a ser frequentada pelos utentes que não se viessem a sentir atraídos pela disciplina inicial.
No sentido de garantir os direitos das “giletes” (*), seria sempre salvaguardada a possibilidade da frequência simultânea de ambas as disciplinas, mediante a aceitação escrita, assinada peloencarregado de educação pai mãe progenitor, do aumento da carga horária.
Os utentes não seriam sujeitos a qualquer tipo de avaliação, garantindo-se, assim, a inexistência de "chumbos".
Não perspectivo qualquer problema ao nível do recrutamento dos docentes: prova pública perante o Conselho Geral.
Ao fim de três anos, uma comissão paritária e interministerial, constituída ad hoc, procederia à avaliação da experiência, elaborando as recomendações consideradas pertinentes.
...
Hummmm... Isto ainda vai dar em tese demestrado doutoramento!
(*) Gilete é aquela lâmina de barba, já pouco vista nos dias de hoje, que tanto corta de um lado, como do outro.
Este texto está sujeito ao regime da Propriedade Intelectual, não podendo ser reproduzido por qualquer meio sem expressa autorização do autor, que SOU EU! Excepciona-se o caso da reprodução integral, para o que bastará a informação prévia. Depois não venham dizer que não sabiam e coisa assim e tal!
Pois no jornalzinho lá vem mais uma bicadita de ave, neste caso de um pardal, à minha pessoa. Diz o escriba que não são educativas as fotos dos “aviões” que, de quando em vez, coloco no meu blog (não é neste; é no “outro”…).
Ora acontece que tenho exactamente a opinião contrária. Eu até as publico lá com finalidades educativas!
Passo a explicar:
Imaginemos que neste nosso país, onde se fazem tantas experiências pedagógicas, o Governo se atrevia a criar, em regime experimental, a disciplina “Gostar
de Mulheres”. Seria uma disciplina de carácter teórico, obviamente. Como programa, o governo poderia propor temas como: “Cabelo”, “Olhos”, “Lábios”,… “Introdução à Lingerie”, ...Esta disciplina deveria ser recomendada para utentes do sexo masculino. Mas apenas recomendada. Em opção haveria a disciplina “Gostar de Homens”, sendo esta a recomendada para utentes do sexo feminino. Não imagino qual pudesse ser o programa desta última, mas estou certo de que o tal pardal, tendo em conta o posicionamento que revela, terá grande facilidade em o sugerir num dos próximos números.
Para assegurar a pluralidade, a diversidade, a democracia, o “todos diferentes, todos iguais” e o direito à auto-determinação, qualquer das duas disciplinas poderia vir a ser frequentada pelos utentes que não se viessem a sentir atraídos pela disciplina inicial.
No sentido de garantir os direitos das “giletes” (*), seria sempre salvaguardada a possibilidade da frequência simultânea de ambas as disciplinas, mediante a aceitação escrita, assinada pelo
Os utentes não seriam sujeitos a qualquer tipo de avaliação, garantindo-se, assim, a inexistência de "chumbos".
Não perspectivo qualquer problema ao nível do recrutamento dos docentes: prova pública perante o Conselho Geral.
Ao fim de três anos, uma comissão paritária e interministerial, constituída ad hoc, procederia à avaliação da experiência, elaborando as recomendações consideradas pertinentes.
...
Hummmm... Isto ainda vai dar em tese de
(*) Gilete é aquela lâmina de barba, já pouco vista nos dias de hoje, que tanto corta de um lado, como do outro.
8 de maio de 2008
Na massa do sangue
Aqui há uns dias, na resposta a um comentário neste blog, critiquei o Jornal Zurara por mentir descaradamente, tendo apresentado factos concretos e iniludíveis. Agora que folheei o último número, dou o tempo - da crítica - por bem entregue. Está melhor!
Ainda assim, a mentira continua por lá. Em menor quantidade, é certo, mas lá permanece. Como diz o povo, "está-lhes na massa do sangue"!
Refiro-me à abordagem que o jornal fez à entrevista de Pedro Santana Lopes à SIC, e que vem na página 3. Diz-se que PSL terá afirmado que em 7/12/2004 aprovou a suspensão do PDM de Paços de Ferreira para viabilizar a instalação da fábrica da
Swedwood em Portugal.
Não tive, ainda, acesso à entrevista de PSL (já agora, se alguém me fizer a caridade de enviar um link, agradeço muito) mas de uma coisa não tenho dúvidas: alguém mente. Ou mentiu PSL, ou mente o articulista do Zurara, seja ele quem for, já que não assinou.
E como é que tenho assim tanta certeza?
É muito simples: consultei o Diário da República!
E lá está a dizer que a suspensão do PDM de Paços de Ferreira para permitir a instalação da fábrica foi aprovada pela respectiva Assembleia Municipal no dia 21 de Julho de 2006 e ratificada no Conselho de Ministros de 4 de Outubro de 2006 sob a presidência de ... ... José Sócrates Pinto de Sousa.
Já agora, recordo que Outubro de 2006 foi quase dois anos depois do histórico golpe constitucional que dissolveu uma Assembleia da República com uma maioria estável, e também foi, mais ou menos, a altura em que se soube que "a instalação da fábrica Swedwood em Portugal foi definida em meados de Janeiro [de 2006], quando o grupo assinou um memorando de entendimento com a Agência para o Investimento (API)."
Assim, é mais que tempo para perceber:
(*) É por esta e por outras como esta que não reconheço qualquer valia nesta lógica estatista dos "planos" que se têm de alterar sempre que "valores mais altos...". Se é para serem alterados...
Ainda assim, a mentira continua por lá. Em menor quantidade, é certo, mas lá permanece. Como diz o povo, "está-lhes na massa do sangue"!
Refiro-me à abordagem que o jornal fez à entrevista de Pedro Santana Lopes à SIC, e que vem na página 3. Diz-se que PSL terá afirmado que em 7/12/2004 aprovou a suspensão do PDM de Paços de Ferreira para viabilizar a instalação da fábrica da
Swedwood em Portugal.Não tive, ainda, acesso à entrevista de PSL (já agora, se alguém me fizer a caridade de enviar um link, agradeço muito) mas de uma coisa não tenho dúvidas: alguém mente. Ou mentiu PSL, ou mente o articulista do Zurara, seja ele quem for, já que não assinou.
E como é que tenho assim tanta certeza?
É muito simples: consultei o Diário da República!
E lá está a dizer que a suspensão do PDM de Paços de Ferreira para permitir a instalação da fábrica foi aprovada pela respectiva Assembleia Municipal no dia 21 de Julho de 2006 e ratificada no Conselho de Ministros de 4 de Outubro de 2006 sob a presidência de ... ... José Sócrates Pinto de Sousa.
Já agora, recordo que Outubro de 2006 foi quase dois anos depois do histórico golpe constitucional que dissolveu uma Assembleia da República com uma maioria estável, e também foi, mais ou menos, a altura em que se soube que "a instalação da fábrica Swedwood em Portugal foi definida em meados de Janeiro [de 2006], quando o grupo assinou um memorando de entendimento com a Agência para o Investimento (API)."
Assim, é mais que tempo para perceber:
- Que em Outubro de 2005 Mangualde estava na short list do IKEA;
- Que em Janeiro de 2006 se anunciou Ponte de Lima como destino da fábrica;
- Que em Maio de 2006, se previa a localização na Póvoa do Lanhoso;
- Que em Junho de 2006 a lista já só continha 3 concelhos: Estarreja, Paços de Ferreira e Paredes;
- Que em Setembro de 2006 se anunciou o acordo entre o grupo Swedwood (Ikea) e a API (governo);
- E que a fábrica da IKEA foi para Paços de Ferreira por decisão do Governo socialista (via API);
- O que deixou apreensivos outros "concorrentes";
- Até porque esta opção implicou a localização da fábrica em REN;
- Tendo o governo de aprovar a alteração do respectivo PDM (*) apesar do impacto ambiental negativo que não existia em outras alternativas.
(*) É por esta e por outras como esta que não reconheço qualquer valia nesta lógica estatista dos "planos" que se têm de alterar sempre que "valores mais altos...". Se é para serem alterados...
3 de maio de 2008
2 de maio de 2008
29 de abril de 2008
Inauguração
Temos visto, na televisão e nos jornais, anúncios de medidas e obras, por todo o país, que se repetem uma, duas e até três vezes, até serem efectivadas. É uma das especialidades deste governo: o anúncio do anunciado como se nunca o tivese sido.
Acho mal!
Acho mal e espero que este fenómeno não venha a ocorrer com a Barragem deGirabolhos Abrunhosa do Mato.
Ora, como neste blog a barragem já está construída, não precisa de mais anúncios e, para o evitar, o melhor mesmo é dar notícia da inauguração.
Não me lembro do nome daquele senhor de branco que está ao lado do "obscuro professor", mas "a fotografia existe mesmo".
Acho mal!
Acho mal e espero que este fenómeno não venha a ocorrer com a Barragem de
Ora, como neste blog a barragem já está construída, não precisa de mais anúncios e, para o evitar, o melhor mesmo é dar notícia da inauguração.
Não me lembro do nome daquele senhor de branco que está ao lado do "obscuro professor", mas "a fotografia existe mesmo".
25 de abril de 2008
Barragem
Chegou acolitado pelos seus inúmeros lugar-tenentes. Apeou-se, firmou o olhar e observou o Monte de Girabolhos, o Mondego lá ao fundo e a Póvoa da Rainha na linha do horizonte. Olhou uma vez mais para um lado e para o outro e, peremptoriamente, disse:- O paredão será mesmo aqui, entre este ponto e aquele ali! A cota máxima será por além! Avancem com a construção! Ah, não se esqueçam de meter a água! Vamos embora. Está feito!
E está mesmo!
24 de abril de 2008
O fotógrafo estava lá
Ia a meio a cerimónia de lançamento do concurso público da construção da Barragem de Girabolhos Póvoa da Rainha Abrunhosa do Mato quando sucedeu o insólito: irrompeu pela sala o assim denominado "vereador de Viseu" munido de uma câmara fotográfica.
Mas então onde é que está o insólito?
É que a máquina não era para fotografar, mas para ser fotografado!
Mas então onde é que está o insólito?
É que a máquina não era para fotografar, mas para ser fotografado!
21 de abril de 2008
IC12 e amnésia selectiva
A amnésia selectiva é uma faculdade muito curiosa. Permite esquecer completamente determinados factos e lembrar outros. Vejamos, por exemplo, o caso do IC 12:
Aqueles que são dotados de amnésia selectiva esqueceram que Aníbal Cavaco Silva, quando saiu do governo em 1995, deixou a obra com o concurso a decorrer; esqueceram que tinha outro traçado (já teve vários) e que não era portajada; esqueceram que esse concurso foi anulado pelo governo de António Guterres; esqueceram que o Partido Socialista era, então, abertamente contra a chamada, “política do betão”;
esqueceram que a substituíram, na altura, pela política do “as pessoas estão primeiro” (que tão espectaculares resultados deu).
É por isso que a amnésia selectiva lhes é importante: esquecem os factos inconvenientes. Esquecem que o IC12 já podia estar construído desde 1997 e que só não o está porque o Partido Socialista anulou o concurso.
Ora, como esquecem, até podem lançar o concurso agora fazendo de conta que é a primeira vez; fazendo de conta que são os “salvadores da pátria”, quando são, afinal, os primeiros responsáveis pelo atraso de 11 anos.
Pela minha parte, embora não tenha esquecido estas coisas, fico satisfeito com o anúncio da abertura do concurso para a concessão. Vale mais tarde que nunca!
Percebo isto tudo e fico satisfeito.
Só não percebo porque é que, estando lá tantos fotógrafos, o jornal Zurara teve de ilustrar a cerimónia da abertura do concurso do IC12, em Mortágua, com uma foto tirada na Martifer em Oliveira de Frades…
Deve haver alguma razão, ai isso deve, mas escapa-se-me.
Aqueles que são dotados de amnésia selectiva esqueceram que Aníbal Cavaco Silva, quando saiu do governo em 1995, deixou a obra com o concurso a decorrer; esqueceram que tinha outro traçado (já teve vários) e que não era portajada; esqueceram que esse concurso foi anulado pelo governo de António Guterres; esqueceram que o Partido Socialista era, então, abertamente contra a chamada, “política do betão”;
esqueceram que a substituíram, na altura, pela política do “as pessoas estão primeiro” (que tão espectaculares resultados deu).É por isso que a amnésia selectiva lhes é importante: esquecem os factos inconvenientes. Esquecem que o IC12 já podia estar construído desde 1997 e que só não o está porque o Partido Socialista anulou o concurso.
Ora, como esquecem, até podem lançar o concurso agora fazendo de conta que é a primeira vez; fazendo de conta que são os “salvadores da pátria”, quando são, afinal, os primeiros responsáveis pelo atraso de 11 anos.
Pela minha parte, embora não tenha esquecido estas coisas, fico satisfeito com o anúncio da abertura do concurso para a concessão. Vale mais tarde que nunca!
Percebo isto tudo e fico satisfeito.
Só não percebo porque é que, estando lá tantos fotógrafos, o jornal Zurara teve de ilustrar a cerimónia da abertura do concurso do IC12, em Mortágua, com uma foto tirada na Martifer em Oliveira de Frades…
Deve haver alguma razão, ai isso deve, mas escapa-se-me.
20 de abril de 2008
Cartão Jovem Municipal Euro<26
Mais uma iniciativa muito interessante pela mão da senhora Vice-Presidente.

E assim, Mangualde junta-se ao rol de municípios aderentes no distrito de Viseu.

E assim, Mangualde junta-se ao rol de municípios aderentes no distrito de Viseu.
15 de abril de 2008
Destruição
Depois de, há umas semanas, ter sido destruída uma bela e típica garagem...

... chegou agora a vez da sólida moradia com arquitectura de fino traço que ladeia a ex-futura (ou futura-ex) "Travessa do Hospital Velho", igualmente em processo de destruição, mesmo em frente do Lar da Misericórdia.

(entretanto, continua a processar-se a destruição inexorável e meticulosa da Rua Azurara da Beira)
... chegou agora a vez da sólida moradia com arquitectura de fino traço que ladeia a ex-futura (ou futura-ex) "Travessa do Hospital Velho", igualmente em processo de destruição, mesmo em frente do Lar da Misericórdia.
(entretanto, continua a processar-se a destruição inexorável e meticulosa da Rua Azurara da Beira)
13 de abril de 2008
7 de abril de 2008
Serviço público
(de alfabetização)
Em democracia não são exigidas especiais competências aos políticos. Para ascender a essa condição apenas basta aos interessados que agradem aos eleitores. Que sejam simpáticos, por exemplo. Ou, então, que lhes prometam a resolução imediata de todos os seus problemas e JÁ. Ou, de uma forma mais geral, que digam às pessoas aquilo que elas querem ouvir, independentemente da necessária (im)possibilidade de concretização. (e digo isto com enorme desencanto)
Isto é, não são exigidas especiais qualificações a um político, seja ele primeiro-ministro, presidente de câmara ou vereador. É por isso que não existem, sequer, cursos que acreditem políticos. Nem mesmo neste nosso Portugal, onde têm tido muitapublicidade visibilidade as “Novas Oportunidades” com o seu sistema de RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências).
Assim sendo, as competências que um homem leva para o desempenho de um cargo político para o qual foi eleito pelo povo, são exactamente aquelas que já detinha no instante imediatamente anterior ao da eleição. Nenhuma transformação acontece no homem. Continua a ser o mesmo homem, uno e indivisível.
Desta forma, chamar incompetente a um político é dizer que o homem é incompetente. Não se pode distinguir um do outro.
Coisa diferente é acusar o político de errar. E, efectivamente, os políticos podem errar e, quando erram, podem – devem – ser acusados disso mesmo. Os políticos podem errar quando desempenham a sua função, aquela para a qual foram eleitos: a de decidir. De facto, os políticos não “fazem”. Não projectam, não calcetam e também não levantam e põem lancis para alargar passeios. Não. Os políticos, apoiados em estudos elaborados por técnicos – aos quais, a esses sim, são exigidas competências – tendo em conta o que julgam ser o interesse público, tomam decisões, as quais podem levar à elaboração de projectos e, finalmente, à execução de medidas. É claro que ao longo deste processo podem acontecer diversos percalços: os dados iniciais podem ser incorrectos, o interesse público pode ser mal avaliado, os projectos podem conter erros, os executantes podem não ser dos melhores... enfim…
Dir-se-á que, em última análise, fica a responsabilidade política. Talvez sim, talvez exista essa coisa. Mas responsabilidade política é uma coisa e incompetência é outra bem diferente.
Já agora, para concluir:
Diego Armando Maradona não era competente. Era um super craque da bola! Brigitte Bardot não era competente. Era muito boa! Pablo Picasso não era competente. Era um artista! E John Lennon não era competente. Também era um artista!
Em democracia não são exigidas especiais competências aos políticos. Para ascender a essa condição apenas basta aos interessados que agradem aos eleitores. Que sejam simpáticos, por exemplo. Ou, então, que lhes prometam a resolução imediata de todos os seus problemas e JÁ. Ou, de uma forma mais geral, que digam às pessoas aquilo que elas querem ouvir, independentemente da necessária (im)possibilidade de concretização. (e digo isto com enorme desencanto)Isto é, não são exigidas especiais qualificações a um político, seja ele primeiro-ministro, presidente de câmara ou vereador. É por isso que não existem, sequer, cursos que acreditem políticos. Nem mesmo neste nosso Portugal, onde têm tido muita
Assim sendo, as competências que um homem leva para o desempenho de um cargo político para o qual foi eleito pelo povo, são exactamente aquelas que já detinha no instante imediatamente anterior ao da eleição. Nenhuma transformação acontece no homem. Continua a ser o mesmo homem, uno e indivisível.
Desta forma, chamar incompetente a um político é dizer que o homem é incompetente. Não se pode distinguir um do outro.
Coisa diferente é acusar o político de errar. E, efectivamente, os políticos podem errar e, quando erram, podem – devem – ser acusados disso mesmo. Os políticos podem errar quando desempenham a sua função, aquela para a qual foram eleitos: a de decidir. De facto, os políticos não “fazem”. Não projectam, não calcetam e também não levantam e põem lancis para alargar passeios. Não. Os políticos, apoiados em estudos elaborados por técnicos – aos quais, a esses sim, são exigidas competências – tendo em conta o que julgam ser o interesse público, tomam decisões, as quais podem levar à elaboração de projectos e, finalmente, à execução de medidas. É claro que ao longo deste processo podem acontecer diversos percalços: os dados iniciais podem ser incorrectos, o interesse público pode ser mal avaliado, os projectos podem conter erros, os executantes podem não ser dos melhores... enfim…
Dir-se-á que, em última análise, fica a responsabilidade política. Talvez sim, talvez exista essa coisa. Mas responsabilidade política é uma coisa e incompetência é outra bem diferente.
Já agora, para concluir:
Diego Armando Maradona não era competente. Era um super craque da bola! Brigitte Bardot não era competente. Era muito boa! Pablo Picasso não era competente. Era um artista! E John Lennon não era competente. Também era um artista!
31 de março de 2008
Mandar para o descanso
Assustei-me!
Estive a ler um comunicado do CDS e fiquei assustado com aquela linguagem agressiva. Uma linguagem de onde transparece uma animosidade à flor da pele e uma agressividade reprimida, quase incontida. Não sei o que terá acontecido, mas parece-me que haverá ali qualquer coisa complicada. Não sei o quê, mas que há-de haver alguma coisa, lá isso há.
De qualquer forma, haja o que houver, de acordo com os meus padrões, nunca se justifica a utilização daquela terminologia de “falta de vergonha”, de “grotesco”, de “mandar para o descanso” (só faltou o “eterno”) e de outros adjectivos semelhantes que proliferam ao longo da prosa. Eu nunca o faço. Nunca mesmo! A não ser quando me refiro aos filhos-da-puta dos anónimos que aqui me vêm caluniar. Só que, nesse caso, não me estou a referir a ninguém em concreto, não estou a insultar quem quer que seja, antes a desabafar de um grupelho de cobardolas indeterminados. De resto, nem me passaria pela cabeça vituperar uma pessoa conhecida, qualquer que fosse, que um dia hei-de encontrar e cumprimentar algures em algum lugar. E até vou mais longe: se me desse para chamar incom
petente ou “sem vergonha” a um tipo qualquer, então seria coerente com essa atitude e nunca mais lhe olharia para a cara. Abomino “o pântano” e a “paz podre”!
É que "incompetente" é algo muito diferente, só para dar um exemplo, de "palerma". "Palerma" é um conceito subjectivo. Fulano pode achar que cicrano é palerma por tomar determinadas atitudes que outrem, pelo contrário, considera correctas. É subjectivo. O mesmo não se passa com "incompetente", uma vez que se trata de um conceito objectivo. No contexto presente, a competência, ou a sua negação, é atestada pelas escolas ou pelas ordens profissionais e equivalentes, não cabendo ao vulgar cidadão aventurar-se a conjecturar sobre a eventual (in)competência de alguém.
Agora, num registo exclusivamente pessoal, vou referir-me ao caso concreto das obras da Rua Azurara da Beira:
Começo por lembrar que abordei a questão num artigo que aqui publiquei em 3/7/2006. O texto teve algumas repercussões e, já em 2007, teve desenvolvimentos:
Finalmente, vou aqui deixar um subsídio para a compreensão da problemática do relacionamento com empresas como a EDP, PT, Beiragás, Netcabo. É fácil: é só clicar na imagem… e ler, claro está. É do "Público" de Domingo passado.
Estive a ler um comunicado do CDS e fiquei assustado com aquela linguagem agressiva. Uma linguagem de onde transparece uma animosidade à flor da pele e uma agressividade reprimida, quase incontida. Não sei o que terá acontecido, mas parece-me que haverá ali qualquer coisa complicada. Não sei o quê, mas que há-de haver alguma coisa, lá isso há.
De qualquer forma, haja o que houver, de acordo com os meus padrões, nunca se justifica a utilização daquela terminologia de “falta de vergonha”, de “grotesco”, de “mandar para o descanso” (só faltou o “eterno”) e de outros adjectivos semelhantes que proliferam ao longo da prosa. Eu nunca o faço. Nunca mesmo! A não ser quando me refiro aos filhos-da-puta dos anónimos que aqui me vêm caluniar. Só que, nesse caso, não me estou a referir a ninguém em concreto, não estou a insultar quem quer que seja, antes a desabafar de um grupelho de cobardolas indeterminados. De resto, nem me passaria pela cabeça vituperar uma pessoa conhecida, qualquer que fosse, que um dia hei-de encontrar e cumprimentar algures em algum lugar. E até vou mais longe: se me desse para chamar incom
petente ou “sem vergonha” a um tipo qualquer, então seria coerente com essa atitude e nunca mais lhe olharia para a cara. Abomino “o pântano” e a “paz podre”!É que "incompetente" é algo muito diferente, só para dar um exemplo, de "palerma". "Palerma" é um conceito subjectivo. Fulano pode achar que cicrano é palerma por tomar determinadas atitudes que outrem, pelo contrário, considera correctas. É subjectivo. O mesmo não se passa com "incompetente", uma vez que se trata de um conceito objectivo. No contexto presente, a competência, ou a sua negação, é atestada pelas escolas ou pelas ordens profissionais e equivalentes, não cabendo ao vulgar cidadão aventurar-se a conjecturar sobre a eventual (in)competência de alguém.
Agora, num registo exclusivamente pessoal, vou referir-me ao caso concreto das obras da Rua Azurara da Beira:
Começo por lembrar que abordei a questão num artigo que aqui publiquei em 3/7/2006. O texto teve algumas repercussões e, já em 2007, teve desenvolvimentos:
- Surgiu um abaixo-assinado de todos os comerciantes daquela rua, com excepção de um, solicitando que a mesma passasse a ter apenas um sentido;
- Os serviços técnicos deram parecer positivo e propuseram o sentido poente-nascente;
- A Câmara Municipal, por unanimidade, aprovou a alteração;
- Os serviços técnicos elaboraram o plano;
- As obras desenvolveram-se por fases, em articulação com os comerciantes, no sentido de minimizar os inconvenientes, uma vez que a alternativa seria demorar menos tempo, mas manter a rua sem trânsito – logo com menos comércio – durante todo esse tempo;
- Como é normal em qualquer obra, aquando “no terreno”, surgiram dados novos que obrigaram a correcções no sentido da melhoria da mesma.
Finalmente, vou aqui deixar um subsídio para a compreensão da problemática do relacionamento com empresas como a EDP, PT, Beiragás, Netcabo. É fácil: é só clicar na imagem… e ler, claro está. É do "Público" de Domingo passado.
30 de março de 2008
Hoje fiz uma concessão
Apesar das seis horas consecutivas, não desgostei do périplo pelos problemas que mais afectam o nosso distrito. E até aprendi coisas interessantes. Por exemplo, enquanto o ministro Mário Lino "Jamé" – Sócrates dixit – fumava o seu cachimbo e eu uma cigarrada, lá me foi falando das novas tecnologias que o concessionário irá usar nas portagens dos novos troços do IC12, com reconhecimento da matrícula por via óptica ou electromagnética, e da possibilidade de aquisição de pacotes pré-pagos de portagens (como os telemóveis), em alternativa ao clássico pós-pagamento por débito bancário. Achei muito avançado.
26 de março de 2008
22 de março de 2008
19 de março de 2008
O drama pungente da célula (com)fundida

Era uma vez uma simples célula fotoeléctrica como tantas células que a EDP instala nas cabines baixas dos postos de transformação, mesmo a jeito das pedradas e das pauladas que os vândalos que nos assolam tanto gozo têm em lhes desferir. Uma vez vandalizada, a célula fica incapaz de accionar o contactor que estabelece a ligação da rede pública de iluminação e… a rua fica às escuras. É o que nos tem acontecido com alguma frequência nos últimos tempos. “Aqui não há iluminação, ali também não, além já há, e mais além também não…”, seguindo, normalmente, o percurso do “gang”.
Não era este, todavia, o caso da "nossa" célula. Ela não tinha sido vandalizada. Estava intacta e operacional. E contudo… a rua estava ficava às escuras! “Que problema terrível!”
Ensaiado o sistema, tudo estava perfeito. Luz acesa. Mas veio a noite e… luz apagada! “Que drama!”
Eis senão quando, EUREKA! “A célula anda a ser enganada! Julga que é sempre dia porque é iluminada por aquele candeeiro que está noutro circuito. Mude-se de posição!”
E foi assim que a nossa célula passou a não ser confundida passando, toda feliz, a fazer luz em muitas lampadazinhas.
15 de março de 2008
Parceria
14 de março de 2008
12 de março de 2008
9 de março de 2008
7 de março de 2008
Ler faz bem
Semana da leitura na EB 1 N.º 2 de Mangualde (ex-colégio)

(Lendas de Mouras, de Luísa Ducla Soares, na Biblioteca)

(Lendas de Mouras, de Luísa Ducla Soares, na Biblioteca)
4 de março de 2008
Curso de Português
1 de março de 2008
27 de fevereiro de 2008
24 de fevereiro de 2008
É bom viver em Mangualde?
Era o que perguntava o comentador “correia”, aqui há dias.
É óbvio que, tirando as questões objectivas que decorrem da análise científica de indicadores comprovados – que estão no estudo da UBI – a questão é, naturalmente, subjectiva. Ela vai depender do grau de exigência de cada um e das respectivas percepções individuais.
Por isso, a este nível de apreciação, só posso falar por mim. E eu, por mim, gosto de viver em Mangualde.
Sem qualquer embaraço, ficam aqui algumas coisas de que gosto em Mangualde:
Gosto de tomar, no Melro, o melhor café matinal de Portugal. Gosto de trabalhar na ESFA, uma escola de referência. Gosto de ir à “menina dos meus olhos” – a Desinel. Gosto de sair do trabalho às 7 e meia, ir buscar o pão ao Acrísio (que “fecha” às 7), parar em segunda fila, entrar e sair “aviado” menos de 1 minuto depois. Gosto de observar o bulício da hora-de-ponta quando fecham as muitas empresas locais. Gosto de ver as obras a andar, a cidade a crescer e as freguesias bem arranjadas. Gosto de passear o meu Max nos jardins do Cemitério. Gosto de comprar um fatito na loja do Ferraz, um par de calças no Sousa, um electrodoméstico no Abel e até de cobiçar um relógio na montra de uma das ourivesarias. Gosto de ir a um espectáculo cultural, especialmente se for realizado sem subsídios camarários. Gosto de ir ao cinema, e mesmo ao teatro, que ficam aqui mesmo à mão-de-semear. Gosto da “confraria” da Lampreia. E, é claro, gosto da tertúlia do Moderno.
(Que me desculpem os outros todos onde também vou e que não mencionei)
Há, naturalmente, outras coisas que me levam a gostar de viver em Mangualde, mas... já chega.
Sou um homem com gostos simples.
E você, caro comentador, de que gosta (e de que não gosta) em Mangualde? (por favor seja objectivo e não fale de pessoas)
Juntei uma foto do Complexo, uma das coisas de que gosto em Mangualde, pelo serviço que presta e até por ter colaborado empenhadamente na sua concepção, com projecto elaborado, assinado e responsabilizado. (modéstia à parte)
É óbvio que, tirando as questões objectivas que decorrem da análise científica de indicadores comprovados – que estão no estudo da UBI – a questão é, naturalmente, subjectiva. Ela vai depender do grau de exigência de cada um e das respectivas percepções individuais.
Por isso, a este nível de apreciação, só posso falar por mim. E eu, por mim, gosto de viver em Mangualde.
Sem qualquer embaraço, ficam aqui algumas coisas de que gosto em Mangualde:
Gosto de tomar, no Melro, o melhor café matinal de Portugal. Gosto de trabalhar na ESFA, uma escola de referência. Gosto de ir à “menina dos meus olhos” – a Desinel. Gosto de sair do trabalho às 7 e meia, ir buscar o pão ao Acrísio (que “fecha” às 7), parar em segunda fila, entrar e sair “aviado” menos de 1 minuto depois. Gosto de observar o bulício da hora-de-ponta quando fecham as muitas empresas locais. Gosto de ver as obras a andar, a cidade a crescer e as freguesias bem arranjadas. Gosto de passear o meu Max nos jardins do Cemitério. Gosto de comprar um fatito na loja do Ferraz, um par de calças no Sousa, um electrodoméstico no Abel e até de cobiçar um relógio na montra de uma das ourivesarias. Gosto de ir a um espectáculo cultural, especialmente se for realizado sem subsídios camarários. Gosto de ir ao cinema, e mesmo ao teatro, que ficam aqui mesmo à mão-de-semear. Gosto da “confraria” da Lampreia. E, é claro, gosto da tertúlia do Moderno.
(Que me desculpem os outros todos onde também vou e que não mencionei)Há, naturalmente, outras coisas que me levam a gostar de viver em Mangualde, mas... já chega.
Sou um homem com gostos simples.
E você, caro comentador, de que gosta (e de que não gosta) em Mangualde? (por favor seja objectivo e não fale de pessoas)
Juntei uma foto do Complexo, uma das coisas de que gosto em Mangualde, pelo serviço que presta e até por ter colaborado empenhadamente na sua concepção, com projecto elaborado, assinado e responsabilizado. (modéstia à parte)
22 de fevereiro de 2008
21 de fevereiro de 2008
O milagre de Fátima Mangualde

Na altura, para ilustrar que o nosso concelho ficava, sensivelmente, a fechar o primeiro terço do ranking da Qualidade de Vida (1) elaborado pelo Observatório da Universidade da Beira Interior. Uma posição muito interessante para um concelho localizado num interior cada vez mais abandonado pelo governo central.
No distrito, depois de Viseu, Mangualde é o concelho que tem o mais alto Índice de Qualidade de Vida.
Ora, sendo nós um concelho onde, desde há 12 anos, alegadamente, não se investe na economia, nem na cultura, nem na educação, nem no desporto, nem na saúde, nem no ambiente, nem em nada, um concelho onde, alegadamente, reina a absoluta estagnação no atoleiro de um enorme marasmo, alegadamente, por responsabilidade de incompetentes relapsos, tudo isto contrariamente aos concelhos vizinhos que têm, alegadamente, registado progressos incomensuráveis nas mesmas áreas... ... ... só mesmo por... MILAGRE!
(eu gostava que estivéssemos mais acima na tabela... e havemos de estar... mas, caramba, haja decência!)
(1) segundo Pires Manso, autor do trabalho, juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório. "O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição", explica.
20 de fevereiro de 2008
Pseudónimos
16 de fevereiro de 2008
Renascimento
14 de fevereiro de 2008
Índice Concelhio de Qualidade de Vida
(não fosse o anónimo virgulino e esta tinha-me escapado)
É assim:
...
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social, da Universidade da Beira Interior, baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística. A equipa de investigadores aplicou "uma metodologia original e inovadora", segundo Pires Manso, autor do trabalho, juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório. "O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição", explica. Através de "técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial", o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
...
Na zona da Beira Serra, o concelho de Oliveira do Hospital surge como o mais bem classificado (154), seguido de Tábua (178), Góis (191), Seia (192), Arganil (193), Gouveia (206) e Celorico da Beira (225). No entanto, comparando com os concelhos vizinhos da região do Planalto Beirão, todos os concelhos da Beira Serra ficam atrás, com Mangualde (104) a liderar o ranking, seguido de Nelas (116), Santa Comba Dão (130) e Carregal do Sal (143).
Outros números:
... Covilhã - 118, Guarda - 123, Belmonte - 177, Fundão - 183, Proença-a-Nova - 197, V. V. Ródão - 209, Sertã - 226 ... ... ...
Sim, eu sei. Eu sei que deviamos estar no primeiro lugar e não no primeiro terço. Eu sei! Mas... de qualquer forma... Obrigado, ó virgulino!
É assim:
...
O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social, da Universidade da Beira Interior, baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística. A equipa de investigadores aplicou "uma metodologia original e inovadora", segundo Pires Manso, autor do trabalho, juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório. "O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição", explica. Através de "técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial", o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.
...
Na zona da Beira Serra, o concelho de Oliveira do Hospital surge como o mais bem classificado (154), seguido de Tábua (178), Góis (191), Seia (192), Arganil (193), Gouveia (206) e Celorico da Beira (225). No entanto, comparando com os concelhos vizinhos da região do Planalto Beirão, todos os concelhos da Beira Serra ficam atrás, com Mangualde (104) a liderar o ranking, seguido de Nelas (116), Santa Comba Dão (130) e Carregal do Sal (143).
Outros números:
... Covilhã - 118, Guarda - 123, Belmonte - 177, Fundão - 183, Proença-a-Nova - 197, V. V. Ródão - 209, Sertã - 226 ... ... ...
Sim, eu sei. Eu sei que deviamos estar no primeiro lugar e não no primeiro terço. Eu sei! Mas... de qualquer forma... Obrigado, ó virgulino!
10 de fevereiro de 2008
Parques Infantis
O PCP, primeiro, e a SIC, depois, descobriram que em Mangualde há parques infantis degradados e perigosos.
É verdade.
Foi mesmo por ser assim que, há muito tempo, a Câmara Municipal deu instruções, escritas, às diversas entidades gestoras, acerca da obrigatoriedade de procederem à sua requalificação ou, em alternativa, ao respectivo desmantelamento (*) .
Umas cumpriram, outras nem tanto, e até houve algumas que se viram impedidas pela população da desmontagem, nada alarmada que ficou com a perigosidade diagnosticadapela ASAE pelo IND.
Posteriormente, a Câmara lançou um programa de (re)construção de parques infantis, respeitando as normas do IND, sendo que, nomeadamente na área da Cidade, os quatro parques existentes já as cumprem.


Curiosamente, o parque que a SIC mostrou - Santa Luzia - não é da responsabilidade da Câmara Municipal. Quer adivinhar de quem é?
(*) É capaz de haver pessoas convencidas de que apenas as urgências e as escolas custam dinheiro e que, por isso, podem ser encerradas. Mas não é assim. Há muitas outras coisas que também custam dinheiro. A cultura custa dinheiro. O desporto custa dinheiro. E até as brincadeiras das crianças custam muito dinheiro.
É verdade.
Foi mesmo por ser assim que, há muito tempo, a Câmara Municipal deu instruções, escritas, às diversas entidades gestoras, acerca da obrigatoriedade de procederem à sua requalificação ou, em alternativa, ao respectivo desmantelamento (*) .
Umas cumpriram, outras nem tanto, e até houve algumas que se viram impedidas pela população da desmontagem, nada alarmada que ficou com a perigosidade diagnosticada
Posteriormente, a Câmara lançou um programa de (re)construção de parques infantis, respeitando as normas do IND, sendo que, nomeadamente na área da Cidade, os quatro parques existentes já as cumprem.
Curiosamente, o parque que a SIC mostrou - Santa Luzia - não é da responsabilidade da Câmara Municipal. Quer adivinhar de quem é?
(*) É capaz de haver pessoas convencidas de que apenas as urgências e as escolas custam dinheiro e que, por isso, podem ser encerradas. Mas não é assim. Há muitas outras coisas que também custam dinheiro. A cultura custa dinheiro. O desporto custa dinheiro. E até as brincadeiras das crianças custam muito dinheiro.
5 de fevereiro de 2008
2 de fevereiro de 2008
Percurso perigoso e sem sinalização
À falta de matéria para crítica, vêem-se na necessidade de recorrer a estes expedientes:

Ora aqui está o tal "percurso perigoso e sem sinalização adequada" que alguns alunos do Colégio agora têm de fazer, por sinal o mesmo que todos os que frequentam o Complexo Paroquial sempre fizeram, e tudo por causa de "a escola situar-se do outro lado da escola" !!!
Então, aqui fica o tal atentado à segurança infantil, devidamente sonorizado, para completa percepção da dimensão do problema !

Ora aqui está o tal "percurso perigoso e sem sinalização adequada" que alguns alunos do Colégio agora têm de fazer, por sinal o mesmo que todos os que frequentam o Complexo Paroquial sempre fizeram, e tudo por causa de "a escola situar-se do outro lado da escola" !!!
Então, aqui fica o tal atentado à segurança infantil, devidamente sonorizado, para completa percepção da dimensão do problema !
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