
Não me lembro do nome daquele senhor de branco que está ao lado do "obscuro professor", mas "a fotografia existe mesmo".
Chegou acolitado pelos seus inúmeros lugar-tenentes. Apeou-se, firmou o olhar e observou o Monte de Girabolhos, o Mondego lá ao fundo e a Póvoa da Rainha na linha do horizonte. Olhou uma vez mais para um lado e para o outro e, peremptoriamente, disse:
E está mesmo!
esqueceram que a substituíram, na altura, pela política do “as pessoas estão primeiro” (que tão espectaculares resultados deu).
Em democracia não são exigidas especiais competências aos políticos. Para ascender a essa condição apenas basta aos interessados que agradem aos eleitores. Que sejam simpáticos, por exemplo. Ou, então, que lhes prometam a resolução imediata de todos os seus problemas e JÁ. Ou, de uma forma mais geral, que digam às pessoas aquilo que elas querem ouvir, independentemente da necessária (im)possibilidade de concretização. (e digo isto com enorme desencanto)
petente ou “sem vergonha” a um tipo qualquer, então seria coerente com essa atitude e nunca mais lhe olharia para a cara. Abomino “o pântano” e a “paz podre”!
Apesar das seis horas consecutivas, não desgostei do périplo pelos problemas que mais afectam o nosso distrito. E até aprendi coisas interessantes. Por exemplo, enquanto o ministro Mário Lino "Jamé" – Sócrates dixit – fumava o seu cachimbo e eu uma cigarrada, lá me foi falando das novas tecnologias que o concessionário irá usar nas portagens dos novos troços do IC12, com reconhecimento da matrícula por via óptica ou electromagnética, e da possibilidade de aquisição de pacotes pré-pagos de portagens (como os telemóveis), em alternativa ao clássico pós-pagamento por débito bancário. Achei muito avançado.


(Que me desculpem os outros todos onde também vou e que não mencionei)




O Presidente da Câmara, preocupado com a segurança dos cidadãos, decide solicitar ao Exército Português que autorize a requisição de um oficial para coordenar os serviços de Protecção Civil do município.
Vindo o militar, cedo dá conta que a sua capacidade de trabalho está muito longe de se esgotar nas tarefas ligadas à protecção civil.
Pergunta:
O que deve então fazer o Presidente?
Justifique a resposta.
O Oficial da Arma de Engenharia requisitado ao Exército Português, segundo dois entrevistados "convenientemente seleccionados”:
E, segundo alguns comentários aqui colocados:
Eu até desconheço algumas das coisas que aqui se dizem, como a história das "pausas" (vejam bem o que se diz dos funcionários da autarquia; é de pasmar!!!) e aquela das "viaturas", mas ... afinal o que é que está errado?
Será que o mal está no facto do militar colocar o interesse da Câmara, ou melhor, do Município, à frente de interesses pessoais e particulares?
Ou será que o mal está no aumento de produtividade dos serviços públicos?
Pois... quando se entra na esfera pessoal...
(o critério jornalístico é... sim, claro está... mas eu até não me importava de ter falado à senhora)
Ser poder tem destas coisas... mas o nível de responsabilidade também aumenta...
(para evitar polémicas desnecessárias, informo que tenho a listagem dos IP de quem votou e em quê)
(Um conto ficcional num futuro próximo - por Agnelo Figueiredo)
