
(montagem tosca)
(Que me desculpem os outros todos onde também vou e que não mencionei)




O Presidente da Câmara, preocupado com a segurança dos cidadãos, decide solicitar ao Exército Português que autorize a requisição de um oficial para coordenar os serviços de Protecção Civil do município.
Vindo o militar, cedo dá conta que a sua capacidade de trabalho está muito longe de se esgotar nas tarefas ligadas à protecção civil.
Pergunta:
O que deve então fazer o Presidente?
Justifique a resposta.
O Oficial da Arma de Engenharia requisitado ao Exército Português, segundo dois entrevistados "convenientemente seleccionados”:
E, segundo alguns comentários aqui colocados:
Eu até desconheço algumas das coisas que aqui se dizem, como a história das "pausas" (vejam bem o que se diz dos funcionários da autarquia; é de pasmar!!!) e aquela das "viaturas", mas ... afinal o que é que está errado?
Será que o mal está no facto do militar colocar o interesse da Câmara, ou melhor, do Município, à frente de interesses pessoais e particulares?
Ou será que o mal está no aumento de produtividade dos serviços públicos?