Só possível com a grata colaboração dos Bombeiros Voluntários de Mangualde.
2 de julho de 2010
28 de junho de 2010
BVM - Desfile de Fanfarras - 2010
Com o habitual brilho e a crescente adesão popular.
Parabéns aos nossos Bombeiros.
(Pode obter melhor resultado se, depois de clicar na imagem, escolher a opção "Ecrã inteiro".)
Parabéns aos nossos Bombeiros.
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6 de junho de 2010
Lar da Paróquia
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O último projecto do saudoso Padre Lobinho. Uma obra que, discretamente, avança.
Ao fundo, o edifício do Colégio.
Um marco distintivo na nossa memória colectiva. Um elemento patrimonial cuja preservação ninguém contesta.
O primeiro passo terá de ser, bem se vê, a sua reversão para a posse do município. E o nosso actual executivo tem condições para o conseguir como nenhum outro teve. Estou em crer que é desta.
16 de maio de 2010
A conversa com o "Chef Ramos"

Encontrando-me na rua, vai o meu amigo João Abel:
- Que chatice, hem?
- O quê pá?
- Agora não podes ir de carro para casa. Deixa-lo no Largo, não?
- Não pá! Continuo a ir e a vir de casa de carro. Com todo o cuidado, que aquilo está mau, mas dá para passar. Já lá vai é mais de um ano, mas com os temporais…
- Ah! Vais, mas vais em transgressão. Eu ia ao cemitério e bem vi o sinal. Fui a pé. Só passa o carro do lixo, pá!
- Ó João, aquilo está em obras. É natural que seja proibido o trânsito. Já lá esteve outra placa a dizer “Proibido, Excepto Moradores”. A malta passa.
- Ah, ah! Aí é que está! Tu não sabes porque é que mudaram a placa.
- Bem...
- Então, vá lá. Escreve aí: ... ... ... ...
Nota:
No tempo do “aproveita-se tudo”, logo apareceriam umas alimárias a dizer que era incompetência: do Presidente da Câmara, do Vereador, do Encarregado-Geral ou do Chefe de Gabinete.
Não é, nem nunca foi! Uma obra, qualquer obra, muito mais com a envergadura desta, acarreta normais desconfortos que é preciso compreender. É o preço pela melhoria das condições.
Nota:
No tempo do “aproveita-se tudo”, logo apareceriam umas alimárias a dizer que era incompetência: do Presidente da Câmara, do Vereador, do Encarregado-Geral ou do Chefe de Gabinete.
Não é, nem nunca foi! Uma obra, qualquer obra, muito mais com a envergadura desta, acarreta normais desconfortos que é preciso compreender. É o preço pela melhoria das condições.
Bom, agora que isto está esclarecido, diga lá, caro leitor:
Sabe a razão? Sabe qual foi a explicação do João?
Se sabe... diga.
11 de maio de 2010
O Romantismo de Chopin na Casa da Ínsua
A Casa da Ínsua - gerida pela Visabeira - afirma-se crescentemente como pólo de atracção de Penalva do Castelo. Pela vertente da hotelaria, naturalmente, mas também pela da cultura e erudição.
E nós, com a "música clássica" tão distante, não podemos desperdiçar estas oportunidades.
Só não foi ainda melhor porque, por motivos que desconheço, a solista não foi acompanhada pela Orquestra Clássica do Centro, como estava previsto.
E nós, com a "música clássica" tão distante, não podemos desperdiçar estas oportunidades.
Só não foi ainda melhor porque, por motivos que desconheço, a solista não foi acompanhada pela Orquestra Clássica do Centro, como estava previsto.
9 de maio de 2010
25% de bêbedos ???

Pois eu não acredito mesmo nada neste número.
Grosso modo, isto é quase a mesma coisa que dizer que se estivermos 4 sentados a uma mesa, 1 é borrachão!
Livra!
Até me sinto ofendido.
Eu acho que o Senhor Presidente da Câmara, antes de "tomar medidas", devia pedir o estudo ao CRA de Coimbra. Devíamos conhecer a metodologia, os critérios, a amostra e os resultados.
Sem isso, esta notícia é ofensiva.
Vou aguardar a publicação do estudo.
.
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(retirado do CM de 09.05.2010)
1 de maio de 2010
Homenagem aos ex-Combatentes
Depois de vários contactos e reuniões com a Direcção da Associação dos ex-Combatentes Beirões, a última das quais teve lugar em 17/09/2008, decidiu-se que os serviços técnicos do Município, em articulação com elementos aquela associação, “estudassem a possibilidade de enquadramento do canhão num conjunto arquitectónico a construir e colocar na Rotunda dos Combatentes”.
Cerca de um ano e meio depois, aí está a conjugação da ideia dos ex-combatentes com o reconhecido sentido estético da Arquitecta Sofia.
De meu ponto de vista, um belo trabalho que homenageia os que deram o melhor de si nas guerras do Ultramar e dignifica aquela entrada da cidade.
Os meus parabéns a todos.
Cerca de um ano e meio depois, aí está a conjugação da ideia dos ex-combatentes com o reconhecido sentido estético da Arquitecta Sofia.
De meu ponto de vista, um belo trabalho que homenageia os que deram o melhor de si nas guerras do Ultramar e dignifica aquela entrada da cidade.
Os meus parabéns a todos.
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24 de abril de 2010
Unidade de Saúde Familiar
Embora, ao que me parece, a USF não tenha nascido sob este paradigma, espero que venha a funcionar segundo a lógica da gestão empresarial preconizada pela legislação. Se assim for, prestará bons serviços à população, optimizando recursos que são cada vez mais escassos.
Nesta medida, os mangualdenses ganharão em qualidade de vida.
Não posso, todavia, deixar de fazer um reparo: a localização.
Como bem se sabe, a maior parte das pessoas desloca-se ao médico de automóvel. Ora, na zona, pesem embora os parquímetros, os lugares de estacionamento são escassos. Acredito que o projecto de remodelação do edifício inclua a criação de um parque de estacionamento interior. Contudo, por razões óbvias, este não deverá comportar veículos para além dos do pessoal de serviço.
Os utentes terão, portanto, um problema. Um problema que não é menor.
Importa dizer que não estou a pôr em causa a aquisição do edifício pelo Município. Bem pelo contrário, trata-se de uma ideia que defendi desde há anos, já que permitiria - permitiu - ajudar a resolver o problema do endividamento dos BVM. Foi assim que a questão foi colocada em 2008. Só que, na altura, o objectivo era o da mudança da GNR. Como bem se perceberá, não é a mesma coisa ter a GNR na Cruz da Mata ou no centro da cidade. E isto, sobretudo num tempo em que a criminalidade não pára de aumentar. Além disso, as obras de remodelação seriam de muito menor monta.
Outras localizações haveria para a USF.
Infelizmente, não foi assim que se avançou.
Mas não é por isso que deixo de me alegrar: A USF é uma boa notícia para Mangualde!
23 de março de 2010
Bem velhinho
Este filme já é de 2003.
Encontrei a "matriz" que julgava perdida.
Com uns cortes aqui e ali, conseguiu-se reduzir a duração para os 10 minutos permitidos pelo Youtube.
Encontrei a "matriz" que julgava perdida.
Com uns cortes aqui e ali, conseguiu-se reduzir a duração para os 10 minutos permitidos pelo Youtube.
4 de março de 2010
O eco da entrevista
Parece que esta parte da entrevista que dei ao Mangualde.net incomodou uma pessoa.
Incomodou mas, segundo o próprio, não ofendeu. Ainda bem! Nunca foi essa a intenção. Aliás, a verdade pode ser muito incómoda, mas nunca é ofensiva.
Além de incómoda, a dita entrevista ainda suscitou àquela pessoa a seguinte dúvida: quem foi que alertou a jornalista do JN?
Caramba! Foi logo ficar com dúvidas na parte menos relevante da matéria. Mas, pronto, embora a resposta lá esteja claramente expressa, sempre vou acrescentar o que a jornalista me transmitiu: que tinha tido um lamiré da Rádio NoAr. Bom, agora é só lembrar quem tinha (tem) contactos regulares com aquela rádio e somar dois mais dois. Por isso é que eu disse que “primeiro” se publicou e “depois” se empolou. Tudo simples de mais para causar qualquer dúvida.
Mas já que estou a falar de incómodos, sempre vou relembrar que também eu fiquei muito incomodado. Mesmo muito. Só que não foi agora. Foi naquela altura. Foi, sim senhor.
E foi, porque há pessoas que, perante determinadas circunstâncias, têm responsabilidades especiais; responsabilidades que outros, em idênticas circunstâncias, podem não ter. E quando não as assumem...
Ora vamos lá recordar:
Tudo começou com uma tentativa de me assacarem responsabilidades no processo de falência da Malhacila.
Neste contexto, a pessoa em causa tinha as tais especiais responsabilidades. Uma daquelas responsabilidades era a que deriva da confiança; a confiança implica reciprocidade; não se pode confiar numa pessoa que não confia em nós. Por isso, quando eu disse “É falso!", mandaria a responsabilidade da confiança mútua – que na altura existia – que não se pusesse em causa a minha afirmação; e, se dúvidas houvesse, haveria que esclarecê-las em privado, por email ou cara-a-cara; nunca publicamente; nunca amplificando a mistificação. Mas foi o que a pessoa fez. Traiu, assim, a confiança.
Por outro lado, a pessoa tinha uma outra responsabilidade; a que advinha do facto de ser professor de disciplinas da área em causa – a gestão de empresas. Ora, um professor de Gestão de Empresas não poderia ter dito que "este documento para além de interno não apresenta o conselho fiscal" quando apreciou aquele que estipulava que a fiscalização da empresa cabia a um “fiscal único". Mas fê-lo! E por que o fez? Bom, só há duas hipóteses: ou desconhecia mesmo a figura de “fiscal único”, ou fingiu que a desconhecia. Eu preferi acreditar na segunda hipótese. A primeira seria bem pior, como bem se compreenderá.
Mas o mais grave ainda estava para vir. É que, nem quando publiquei a história integral, na qual incluí o link para a certidão permanente da empresa, isto é, nem quando todas as pretensas dúvidas quanto a datas ficaram absolutamente clarificadas, nem aí – e já era tarde – a pessoa se dignou publicar a necessária retractação, antes tendo insistido na negação da evidência.
E foi aí que ficou escancarada a enorme falha de carácter daquela pessoa.
As falhas de carácter nunca se esquecem. Podem perdoar-se, é certo, mas são necessárias iniciativas que evidenciem a vontade e o arrependimento. Depois… depois o tempo sempre acaba por desempenhar o seu papel.
Curiosamente, é isso que me parece que está a acontecer com o blogger com quem tive as divergências mais públicas (e as mais exploradas e instrumentalizadas, diga-se). E isso agrada-me.
Nota: É possível que não consiga ver todos os comentários nas caixas que linkei. Nesse caso, clique na palavra "more" que aparece no fundo das ditas caixas.
Incomodou mas, segundo o próprio, não ofendeu. Ainda bem! Nunca foi essa a intenção. Aliás, a verdade pode ser muito incómoda, mas nunca é ofensiva.
Além de incómoda, a dita entrevista ainda suscitou àquela pessoa a seguinte dúvida: quem foi que alertou a jornalista do JN?
Caramba! Foi logo ficar com dúvidas na parte menos relevante da matéria. Mas, pronto, embora a resposta lá esteja claramente expressa, sempre vou acrescentar o que a jornalista me transmitiu: que tinha tido um lamiré da Rádio NoAr. Bom, agora é só lembrar quem tinha (tem) contactos regulares com aquela rádio e somar dois mais dois. Por isso é que eu disse que “primeiro” se publicou e “depois” se empolou. Tudo simples de mais para causar qualquer dúvida.
Mas já que estou a falar de incómodos, sempre vou relembrar que também eu fiquei muito incomodado. Mesmo muito. Só que não foi agora. Foi naquela altura. Foi, sim senhor.
E foi, porque há pessoas que, perante determinadas circunstâncias, têm responsabilidades especiais; responsabilidades que outros, em idênticas circunstâncias, podem não ter. E quando não as assumem...
Ora vamos lá recordar:
Tudo começou com uma tentativa de me assacarem responsabilidades no processo de falência da Malhacila.
Neste contexto, a pessoa em causa tinha as tais especiais responsabilidades. Uma daquelas responsabilidades era a que deriva da confiança; a confiança implica reciprocidade; não se pode confiar numa pessoa que não confia em nós. Por isso, quando eu disse “É falso!", mandaria a responsabilidade da confiança mútua – que na altura existia – que não se pusesse em causa a minha afirmação; e, se dúvidas houvesse, haveria que esclarecê-las em privado, por email ou cara-a-cara; nunca publicamente; nunca amplificando a mistificação. Mas foi o que a pessoa fez. Traiu, assim, a confiança.
Por outro lado, a pessoa tinha uma outra responsabilidade; a que advinha do facto de ser professor de disciplinas da área em causa – a gestão de empresas. Ora, um professor de Gestão de Empresas não poderia ter dito que "este documento para além de interno não apresenta o conselho fiscal" quando apreciou aquele que estipulava que a fiscalização da empresa cabia a um “fiscal único". Mas fê-lo! E por que o fez? Bom, só há duas hipóteses: ou desconhecia mesmo a figura de “fiscal único”, ou fingiu que a desconhecia. Eu preferi acreditar na segunda hipótese. A primeira seria bem pior, como bem se compreenderá.
Mas o mais grave ainda estava para vir. É que, nem quando publiquei a história integral, na qual incluí o link para a certidão permanente da empresa, isto é, nem quando todas as pretensas dúvidas quanto a datas ficaram absolutamente clarificadas, nem aí – e já era tarde – a pessoa se dignou publicar a necessária retractação, antes tendo insistido na negação da evidência.
E foi aí que ficou escancarada a enorme falha de carácter daquela pessoa.
As falhas de carácter nunca se esquecem. Podem perdoar-se, é certo, mas são necessárias iniciativas que evidenciem a vontade e o arrependimento. Depois… depois o tempo sempre acaba por desempenhar o seu papel.
Curiosamente, é isso que me parece que está a acontecer com o blogger com quem tive as divergências mais públicas (e as mais exploradas e instrumentalizadas, diga-se). E isso agrada-me.
Nota: É possível que não consiga ver todos os comentários nas caixas que linkei. Nesse caso, clique na palavra "more" que aparece no fundo das ditas caixas.
28 de fevereiro de 2010
Eu acho muito bem
Mas estou mesmo a ouvir o clamor que se levantaria se esta destruição da vegetação tivesse sido realizada noutro tempo.
21 de fevereiro de 2010
18 de fevereiro de 2010
6 de fevereiro de 2010
Árvores (ainda e sempre)
3 de fevereiro de 2010
O mito da PODA
Faz quase um mês que aqui não publico nada. É hoje.So que não se trata de uma foto, como se tornou habitual. Antes vou aqui deixar um artigo que aborda uma matéria particularmente actual nesta nossa cidade, onde, ancestralmente, se procede à poda radical das árvores ornamentais.
Acontece que, na última edição da Ingenium, revista da Ordem dos Engenheiros, veio à estampa um artigo - científico, obviamente - que destroi o mito da necessidade da poda radical das árvores.
O artigo está aqui, entre as páginas 66 e 69.
Esperemos que possa produzir algum efeito.
11 de janeiro de 2010
Nevou
6 de janeiro de 2010
Em Dia de Reis
O Grupo de Cantares da Associação Mangualde Azurara fez o favor de me vir cantar as Janeiras.
A tradição ainda é o que era.
A tradição ainda é o que era.
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20 de dezembro de 2009
15 de dezembro de 2009
12 de dezembro de 2009
Grande Música em Penalva do Castelo
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