10 de outubro de 2011
18 de setembro de 2011
BTT em Mangualde
17 de julho de 2011
Live Beach - uma opinião
A praia de Mangualde, a Live Beach, não deixa ninguém indiferente. Na cidade ou no país, não há quem dela não fale, quem não formule uma opinião.
Uma coisa é certa: Mangualde "ficou no mapa"!
E para o confirmar, basta reparar nas inúmeras reportagens que, sobre a Live Beach, têm passado nos vários canais de TV.
Pois também eu tenho uma opinião sobre a praia. Opinião que se funda no que tenho observado e nas duas visitas que já lá fiz, ambas noturnas; de dia, só vi de fora.
Da primeira vez estava uma noite espetacular. A primeira impressão foi muito favorável, com aquele "batalhão" de seguranças e a revista à entrada, apesar de ser "à borla"; muito bem! A esplanada central estava cheia. Tão cheia que tivemos de nos sentar à volta de uma mesa lambuzada, onde tinham ficado as garrafas e os copos dos clientes anteriores. Lamentavelmente, não havia, como é quase obrigatório neste tipo de espaços coletivos, um serviço de limpeza de mesas e pavimento. Tomado o café, fomos passear até à borda de água, podendo apreciar as diversas valências e recursos. Ficou a ideia de que o "mar" era pequeno para a extensão do areal, mas de que estava ali um espaço agradável. Regressados à esplanada para saborear uma bebida, vimos gorados os nossos intentos: o sistema informático tinha "crashado" - o que pode acontecer a qualquer um - e não havia forma de ler o código dos cartões de consumo. Assim, "a seco", ficámos por ali a tentar conversar. E digo tentar porque, de facto, não se conseguia. Os muitos decibéis que emanavam do palco e ecoavam nos painéis, para mais distorcendo o som original, tornavam impossível a conversação.
Na segunda vez não terei lá estado mais de um quarto de hora. Corria um vento gélido que me espantou, com os amigos, para um lugar mais aconchegado.
Resumindo: A Live Beach, à noite, não foi concebida para mim nem para os tipos que têm gostos parecidos com os meus.
Todavia, não é o facto de não me encontrar dentro do público-alvo que me pode levar a criticar a iniciativa. Pelo contrário, entendo que se trata de algo que nada prejudica a cidade e o concelho, e que, se tiver consequências, estas serão sempre positivas, quanto mais não seja, pela visibilidade que nos dá. Mas não se podem esquecer os postos de trabalho criados, ainda que sazonais, bem como o novo recurso de que passámos a dispor.
A questão que coloco é outra. É: “e por quanto tempo?”. Ou, de outro modo, o investimento realizado é rentável? O investidor vai conseguir recuperar o capital com lucro?
Penso que não.
E, neste meu raciocínio, entro com a média de 2.500 visitantes diários, número avançado e sucessivamente repetido durante a fase de apresentação e arranque do projeto.
A foto que está lá em cima foi feita hoje, Domingo, 17 de Julho, pelas 16H30 e mostra – e bem – o parque de estacionamento. Quem quiser ter o trabalho pode contar os automóveis. Pode clicar na foto para a ver em formato grande - use a lupa - e contar os carros. Chegará a um número na ordem dos 190. Se formos generosos, poderemos concluir que estariam na praia, vá lá, 800 pessoas, mais 100, menos 100. Portanto, um número muito distante da estimativa do estudo económico. Pior ainda porque era Domingo e o tempo estava bom. E, se é certo que ao Sábado podemos esperar números semelhantes, o mesmo não se passará durante a semana. Ou seja, mesmo sendo generosos, teremos de concluir que a média diária não andará acima dos 400 visitantes, logo muito longe dos míticos 2.500 e ainda bem distantes dos 1.500 que, mais recentemente, vi propagandeados na TV por um dos responsáveis. E nem os espetáculos musicais – o do Tony Carreira foi, reconhecidamente, um flop – vêm melhorar significativamente estes números.
Nesta conformidade, a pergunta surge imediata: “Dá para pagar as despesas e recuperar o investimento?”
Ora, depois de ver toda a gente que lá trabalha, tenho dúvidas; tenho muitas dúvidas…
Outra questão que vulgarmente se coloca é sobre a participação do Município. Será que, se a coisa “der para o torto”, o Município fica mal?
Penso que não. Penso que a Câmara Municipal terá feito um investimento de valor modesto e que, ainda que o investidor abandone, as infraestruturas ficarão sempre. Ou seja, a autarquia tem a sua participação acautelada, tendo feito uma aposta sem riscos ao apoiar o projeto.
E é assim. Lá para o fim da “época balnear” voltarei ao tema.
3 de julho de 2011
27 de junho de 2011
5 de junho de 2011
10 de abril de 2011
30 anos da ACAB
09.04.2011.
Grupo de Cantares da ACAB, Coral Lopes Morago e Tuna AdLibitum.
(Caso tenha dificuldade no visionamento - está em HD - coloque em pausa, deixe carregar o filme, e veja depois.)
2 de abril de 2011
22 de março de 2011
14 de fevereiro de 2011
Gala de Finalistas 2011
(Seleccione a opção 720p - melhor, ainda, 1080p - ponha em pausa, espere que carregue todo o filme, e veja depois. Demora bastante tempo, mas a qualidade não é comparável.)
6 de fevereiro de 2011
Postal Ilustrado
29 de janeiro de 2011
Vamos ter uma escola nova!
Excelente!
28 de janeiro de 2011
Ad perpetuam rei memoriam
Estou satisfeito!
E mais ainda por ter sido convidado a ir a Braga ouvir o anúncio.
23 de janeiro de 2011
Presidenciais 2011
10 de janeiro de 2011
Palácio
7 de janeiro de 2011
Grande Música
6 de janeiro de 2011
Janeiras em Dia de Reis
31 de dezembro de 2010
Votos de Bom Ano Novo
30 de dezembro de 2010
20 de dezembro de 2010
Grande Música
Uma feliz e oportuna iniciativa do Município de Mangualde.
Para nós, neste interior ostracizado, foi um verdadeiro regalo!
19 de dezembro de 2010
18 de dezembro de 2010
Decorações Natalícias
Das Kommentare... Kaput !
Pagar mensalmente por um sistema de comentários?
Livra!
Era só o que faltava...
Arquivei e passei ao clássico. As minhas desculpas.
17 de dezembro de 2010
Decorações Natalícias
4 de dezembro de 2010
8 de novembro de 2010
Feira dos Santos
Na minha opinião, correu bem:
Ao que me dizem, o recinto da feira foi melhorado, quer com a pavimentação dos “arruamentos”, quer com a construção de um edifício de apoio. Daí, melhores condições para feirantes e enfeirantes, visitantes e visitados.
Por outro lado, a circulação no centro da cidade não foi afectada. Não houve engarrafamentos, a não ser ao fim da tarde, e estacionava-se sem dificuldade. Daí, boas condições para o movimento quotidiano da cidade e também para quem se deslocava expressamente à feira de artesanato no Largo Dr. Couto.
Portanto, foi bem.
O desfile de cavaleiros, no Sábado, foi uma iniciativa interessante. Até tive oportunidade de tomar um café, na esplanada do Melro, na companhia de um cavaleiro que, com o seu belo animal, também ali desfrutava o sol da tarde. Pena foi que o cavalo se tivesse… “descuidado”. Mas estas coisas são mesmo assim.
No ano passado, por esta altura, esboçou-se um movimento que me pareceu tendente a trazer a Feira para o centro da cidade.
Pela minha parte, fiquei muito satisfeito por ter prevalecido o bom senso. Se assim tivesse acontecido, o melhor que os mangualdenses poderiam fazer era sair de fim-de-semana e regressar na segunda-feira para ajudar na reconstrução dos jardins e das calçadas.
É que a Feira não mais poderá ser aquilo que já foi. E isso por uma razão simples: o tempo! O tempo é outro e no entretempo tudo foi mudando.
De qualquer forma, enquanto houver Feira deve-se mantê-la o melhor possível.
Ora, uma das formas de o fazer é encurtando a distância.
É por isso que, em tempos, lancei a ideia de pedir emprestado, ou alugar, um (dois) comboio turístico para ligar o Centro à Feira.
Uma ideia a recuperar, da qual todos beneficiariam.
7 de novembro de 2010
15 de outubro de 2010
Rankings 2010

Consultei 4: Jornal de Notícias, Público, Diário de Notícias e Correio da Manhã.
Cada jornal utiliza o seu próprio critério, pelo que os resultados diferem de um para outro.
A posição da ESFA, em cada um dos rankings, foi a do quadro seguinte:
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Com todas as suas fragilidades, os rankings sempre servem para que as escolas, ao compararem-se com as congéneres, reflictam nos seus processos, tendo em vista a melhoria.
Ao nível da comparação distrital, Mangualde ficou na 9.ª posição entre as 28 escolas com ensino secundário. Isto é, também no contexto regional progredimos; estamos no primeiro terço. Contudo, não se pode perder de vista que o objectivo aprovado é o de ficar nas 5 primeiras.
Também foram publicados os rankings dos exames do 9.º ano. As escolas de Mangualde ficaram próximas umas das outras, mas também aqui se pode melhorar.
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3 de outubro de 2010
Grande Música em Mangualde
(se tiver dificuldade em ver o filme, ponha em pausa e aguarde que carregue)
27 de setembro de 2010
17 de setembro de 2010
Boas entradas
Tratava-se de um objectivo que foi partilhado ao longo de sucessivos mandatos autárquicos, agora resolvido a contento das várias partes.
Devemos, pois, alegrar-nos.
Além do mais, dizem-me que ali vai nascer uma nova unidade da área da restauração. Uma boa troca, naturalmente.
9 de setembro de 2010
1 de setembro de 2010
Festas da cidade
18 de agosto de 2010
26 de julho de 2010
Serra de Almeidinha
17 de julho de 2010
Reabilitação
Assim, JMM, embora não tão breve quanto se justificava, diga-se, acabou por se redimir.
Não posso ficar indiferente perante este gesto que representa, afinal, aquilo que só está ao alcance de alguém que atingiu o estatuto de Homem.
Em conformidade, procedi à eliminação dos anteriores artigos, e respectivos comentários, onde José Miguel Marques surgia identificado.
E encerrei o assunto!
Tivessem outros agido assim e, também eles, ainda hoje seriam considerados homens.
16 de julho de 2010
10 de julho de 2010
Relatório de Segurança Interna
Pois descobri que posso poupar algum nesta matéria.
Isso mesmo. Descobri que sou beneficiário de um serviço permanente - 24 horas por dia - de vigilância ao meu domicílio. E, caso raro, é grátis! Completamente à borla!

Para além do valioso serviço de vigilância – oh, que descanso! – está incluido o envio regular de relatórios, por sms, para processamento central. Um regalo. É a tranquilidade total!
Para vos deixar a roerem-se de inveja, vou aqui colocar um exemplo (clicar para ler bem) dos relatórios incluídos no serviço.
Tenho de reconhecer que este é um aspecto que ainda pode ser melhorado. A informação transmitida deve ter maior qualidade e rigor. Neste exemplo que publico, o relatório deveria especificar que a “reunião” era a festa de aniversário da minha mulher, bem como não deveria omitir a identificação dos restantes convivas.
É certo que, sendo à borla, não se poderá exigir muito. No entanto, nem me importava de pagar qualquer coisa, em troco da maior fiabilidade da informação.
Já ficaram doidinhos de inveja, não?
Pois, como sou vosso amigo, vou dar-vos algumas pistas sobre quem deverão contactar para beneficiarem de serviço idêntico (se é que, na ignorância, não estão dele já a usufruir, como aconteceu comigo).
É claro que aquilo que vocês queriam, mesmo, mesmo, era que eu tirasse aquele chato risquinho vermelho que tapa o nome do remetente. Era, não era? Pois era, mas... vão ter de esperar. Prometo que o vou tirando devagarinho.
(E se vocês soubessem quem foi o tipo que me deu este scan do telemóvel?) Ahhhhh....
4 de julho de 2010
3 de julho de 2010
Visto de cima
(Pode obter melhor resultado se, depois de clicar na imagem, escolher a opção "Ecrã inteiro".)
2 de julho de 2010
28 de junho de 2010
BVM - Desfile de Fanfarras - 2010
Parabéns aos nossos Bombeiros.
(Pode obter melhor resultado se, depois de clicar na imagem, escolher a opção "Ecrã inteiro".)
6 de junho de 2010
Lar da Paróquia
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O último projecto do saudoso Padre Lobinho. Uma obra que, discretamente, avança.
Ao fundo, o edifício do Colégio.
Um marco distintivo na nossa memória colectiva. Um elemento patrimonial cuja preservação ninguém contesta.
O primeiro passo terá de ser, bem se vê, a sua reversão para a posse do município. E o nosso actual executivo tem condições para o conseguir como nenhum outro teve. Estou em crer que é desta.
16 de maio de 2010
A conversa com o "Chef Ramos"

Encontrando-me na rua, vai o meu amigo João Abel:
- Que chatice, hem?
- O quê pá?
- Agora não podes ir de carro para casa. Deixa-lo no Largo, não?
- Não pá! Continuo a ir e a vir de casa de carro. Com todo o cuidado, que aquilo está mau, mas dá para passar. Já lá vai é mais de um ano, mas com os temporais…
- Ah! Vais, mas vais em transgressão. Eu ia ao cemitério e bem vi o sinal. Fui a pé. Só passa o carro do lixo, pá!
- Ó João, aquilo está em obras. É natural que seja proibido o trânsito. Já lá esteve outra placa a dizer “Proibido, Excepto Moradores”. A malta passa.
- Ah, ah! Aí é que está! Tu não sabes porque é que mudaram a placa.
- Bem...
Nota:
No tempo do “aproveita-se tudo”, logo apareceriam umas alimárias a dizer que era incompetência: do Presidente da Câmara, do Vereador, do Encarregado-Geral ou do Chefe de Gabinete.
Não é, nem nunca foi! Uma obra, qualquer obra, muito mais com a envergadura desta, acarreta normais desconfortos que é preciso compreender. É o preço pela melhoria das condições.
11 de maio de 2010
O Romantismo de Chopin na Casa da Ínsua
E nós, com a "música clássica" tão distante, não podemos desperdiçar estas oportunidades.
Só não foi ainda melhor porque, por motivos que desconheço, a solista não foi acompanhada pela Orquestra Clássica do Centro, como estava previsto.
9 de maio de 2010
25% de bêbedos ???

1 de maio de 2010
Homenagem aos ex-Combatentes
Cerca de um ano e meio depois, aí está a conjugação da ideia dos ex-combatentes com o reconhecido sentido estético da Arquitecta Sofia.
De meu ponto de vista, um belo trabalho que homenageia os que deram o melhor de si nas guerras do Ultramar e dignifica aquela entrada da cidade.
Os meus parabéns a todos.
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24 de abril de 2010
Unidade de Saúde Familiar
Embora, ao que me parece, a USF não tenha nascido sob este paradigma, espero que venha a funcionar segundo a lógica da gestão empresarial preconizada pela legislação. Se assim for, prestará bons serviços à população, optimizando recursos que são cada vez mais escassos.
Nesta medida, os mangualdenses ganharão em qualidade de vida.
Não posso, todavia, deixar de fazer um reparo: a localização.
Como bem se sabe, a maior parte das pessoas desloca-se ao médico de automóvel. Ora, na zona, pesem embora os parquímetros, os lugares de estacionamento são escassos. Acredito que o projecto de remodelação do edifício inclua a criação de um parque de estacionamento interior. Contudo, por razões óbvias, este não deverá comportar veículos para além dos do pessoal de serviço.
Os utentes terão, portanto, um problema. Um problema que não é menor.
Importa dizer que não estou a pôr em causa a aquisição do edifício pelo Município. Bem pelo contrário, trata-se de uma ideia que defendi desde há anos, já que permitiria - permitiu - ajudar a resolver o problema do endividamento dos BVM. Foi assim que a questão foi colocada em 2008. Só que, na altura, o objectivo era o da mudança da GNR. Como bem se perceberá, não é a mesma coisa ter a GNR na Cruz da Mata ou no centro da cidade. E isto, sobretudo num tempo em que a criminalidade não pára de aumentar. Além disso, as obras de remodelação seriam de muito menor monta.
Outras localizações haveria para a USF.
Infelizmente, não foi assim que se avançou.
Mas não é por isso que deixo de me alegrar: A USF é uma boa notícia para Mangualde!
23 de março de 2010
Bem velhinho
Encontrei a "matriz" que julgava perdida.
Com uns cortes aqui e ali, conseguiu-se reduzir a duração para os 10 minutos permitidos pelo Youtube.
4 de março de 2010
O eco da entrevista
Incomodou mas, segundo o próprio, não ofendeu. Ainda bem! Nunca foi essa a intenção. Aliás, a verdade pode ser muito incómoda, mas nunca é ofensiva.
Além de incómoda, a dita entrevista ainda suscitou àquela pessoa a seguinte dúvida: quem foi que alertou a jornalista do JN?
Caramba! Foi logo ficar com dúvidas na parte menos relevante da matéria. Mas, pronto, embora a resposta lá esteja claramente expressa, sempre vou acrescentar o que a jornalista me transmitiu: que tinha tido um lamiré da Rádio NoAr. Bom, agora é só lembrar quem tinha (tem) contactos regulares com aquela rádio e somar dois mais dois. Por isso é que eu disse que “primeiro” se publicou e “depois” se empolou. Tudo simples de mais para causar qualquer dúvida.
Mas já que estou a falar de incómodos, sempre vou relembrar que também eu fiquei muito incomodado. Mesmo muito. Só que não foi agora. Foi naquela altura. Foi, sim senhor.
E foi, porque há pessoas que, perante determinadas circunstâncias, têm responsabilidades especiais; responsabilidades que outros, em idênticas circunstâncias, podem não ter. E quando não as assumem...
Ora vamos lá recordar:
Tudo começou com uma tentativa de me assacarem responsabilidades no processo de falência da Malhacila.
Neste contexto, a pessoa em causa tinha as tais especiais responsabilidades. Uma daquelas responsabilidades era a que deriva da confiança; a confiança implica reciprocidade; não se pode confiar numa pessoa que não confia em nós. Por isso, quando eu disse “É falso!", mandaria a responsabilidade da confiança mútua – que na altura existia – que não se pusesse em causa a minha afirmação; e, se dúvidas houvesse, haveria que esclarecê-las em privado, por email ou cara-a-cara; nunca publicamente; nunca amplificando a mistificação. Mas foi o que a pessoa fez. Traiu, assim, a confiança.
Por outro lado, a pessoa tinha uma outra responsabilidade; a que advinha do facto de ser professor de disciplinas da área em causa – a gestão de empresas. Ora, um professor de Gestão de Empresas não poderia ter dito que "este documento para além de interno não apresenta o conselho fiscal" quando apreciou aquele que estipulava que a fiscalização da empresa cabia a um “fiscal único". Mas fê-lo! E por que o fez? Bom, só há duas hipóteses: ou desconhecia mesmo a figura de “fiscal único”, ou fingiu que a desconhecia. Eu preferi acreditar na segunda hipótese. A primeira seria bem pior, como bem se compreenderá.
Mas o mais grave ainda estava para vir. É que, nem quando publiquei a história integral, na qual incluí o link para a certidão permanente da empresa, isto é, nem quando todas as pretensas dúvidas quanto a datas ficaram absolutamente clarificadas, nem aí – e já era tarde – a pessoa se dignou publicar a necessária retractação, antes tendo insistido na negação da evidência.
E foi aí que ficou escancarada a enorme falha de carácter daquela pessoa.
As falhas de carácter nunca se esquecem. Podem perdoar-se, é certo, mas são necessárias iniciativas que evidenciem a vontade e o arrependimento. Depois… depois o tempo sempre acaba por desempenhar o seu papel.
Curiosamente, é isso que me parece que está a acontecer com o blogger com quem tive as divergências mais públicas (e as mais exploradas e instrumentalizadas, diga-se). E isso agrada-me.
Nota: É possível que não consiga ver todos os comentários nas caixas que linkei. Nesse caso, clique na palavra "more" que aparece no fundo das ditas caixas.
28 de fevereiro de 2010
Eu acho muito bem
Mas estou mesmo a ouvir o clamor que se levantaria se esta destruição da vegetação tivesse sido realizada noutro tempo.
21 de fevereiro de 2010
18 de fevereiro de 2010
6 de fevereiro de 2010
Árvores (ainda e sempre)
3 de fevereiro de 2010
O mito da PODA
Faz quase um mês que aqui não publico nada. É hoje.So que não se trata de uma foto, como se tornou habitual. Antes vou aqui deixar um artigo que aborda uma matéria particularmente actual nesta nossa cidade, onde, ancestralmente, se procede à poda radical das árvores ornamentais.
Acontece que, na última edição da Ingenium, revista da Ordem dos Engenheiros, veio à estampa um artigo - científico, obviamente - que destroi o mito da necessidade da poda radical das árvores.
O artigo está aqui, entre as páginas 66 e 69.
Esperemos que possa produzir algum efeito.
11 de janeiro de 2010
Nevou
6 de janeiro de 2010
Em Dia de Reis
A tradição ainda é o que era.
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