28 de agosto de 2007
Feira de Antiguidades
Embora esta coisa de velharias não desperte o meu interesse, desperta visivelmente o de muitos outros. Foi uma mais-valia para as Festas da Cidade, mormente na animação das tardes.
26 de agosto de 2007
4 taste
25 de agosto de 2007
20 de agosto de 2007
19 de agosto de 2007
16 de agosto de 2007
25 de julho de 2007
11 de julho de 2007
1,089 - 0,99 = 0,099 €
Ou seja, 20 "paus" a menos em cada litro!
É o que diz aqui.
Será isto um ataque desleal aos fornecedores tradicionais - Galp e Repsol?
É o que diz aqui.
Será isto um ataque desleal aos fornecedores tradicionais - Galp e Repsol?
7 de julho de 2007
78 anos
Embora com algum atraso, aqui fica o registo do desfile comemorativo do 78.º aniversário dos nossos Bombeiros, no passado dia 24 de Junho.
Do outro e ainda mais significativo momento - a inauguração das novas instalações - não tenho imagens.
Do outro e ainda mais significativo momento - a inauguração das novas instalações - não tenho imagens.
28 de junho de 2007
Voluntariado
A Sara e a Catarina pediram-me para divulgar esta bonita iniciativa:
A Associação de Acção Social da Universidade Lusíada - AASUL - é um grupo de jovens universitários que se reúne semanalmente e desenvolve acções de voluntariado vocacionado para o acompanhamento humano, através do apoio a idosos, a crianças e de visitas ao Hospital Prisional de Caxias.
O seu maior projecto consiste na missão em Cabo Verde, que se desenvolve nos meses de Verão. Esta missão consiste no trabalho para e com as populações locais através das mais variadas áreas:
- Educação (aulas e outras actividades didácticas para crianças)
- Saúde (apoio no Hospital, nomeadamente na Maternidade e Pediatria)
- Obras Públicas ((re)construção de escolas, casas...)
Para que este projecto se possa concretizar, como tem vindo a acontecer há vários anos, contamos com a boa vontade e solidariedade de todos.
Neste momento estamos a fazer uma Recolha de Roupa e Alimentos no GINASIUM, na Lavandeira até ao dia 5 de Julho. Passe por lá e contribua. Com toda a certeza tem em casa coisas que já não usa, não lhe fazem falta, mas podem ser muito valiosas para outras pessoas.
A AASUL agradece em nome de todas as pessoas que possa vir a ajudar com o seu contributo.


E digo eu:
Vamos lá então. Não doi nada!
E digo mais: "Lixo" não serve!
A Associação de Acção Social da Universidade Lusíada - AASUL - é um grupo de jovens universitários que se reúne semanalmente e desenvolve acções de voluntariado vocacionado para o acompanhamento humano, através do apoio a idosos, a crianças e de visitas ao Hospital Prisional de Caxias.
O seu maior projecto consiste na missão em Cabo Verde, que se desenvolve nos meses de Verão. Esta missão consiste no trabalho para e com as populações locais através das mais variadas áreas:
- Educação (aulas e outras actividades didácticas para crianças)
- Saúde (apoio no Hospital, nomeadamente na Maternidade e Pediatria)
- Obras Públicas ((re)construção de escolas, casas...)
Para que este projecto se possa concretizar, como tem vindo a acontecer há vários anos, contamos com a boa vontade e solidariedade de todos.
Neste momento estamos a fazer uma Recolha de Roupa e Alimentos no GINASIUM, na Lavandeira até ao dia 5 de Julho. Passe por lá e contribua. Com toda a certeza tem em casa coisas que já não usa, não lhe fazem falta, mas podem ser muito valiosas para outras pessoas.
A AASUL agradece em nome de todas as pessoas que possa vir a ajudar com o seu contributo.


E digo eu:
Vamos lá então. Não doi nada!
E digo mais: "Lixo" não serve!
24 de junho de 2007
Como se não soubéssemos
Palavras de Emídio Gomes, administrador executivo da Área Metropolitana do Porto, num colóquio que assinalou o primeiro aniversário do Centro Empresarial de Barcelos, onde criticou severamente as benesses atribuídas aos grandes grupos e a “inexistência” de apoios às pequenas e médias empresas nacionais:
"A Ikea tinha assegurado isenções fiscais e de Segurança Social por vários anos e, quando eu pensava que já era muito, o senhor ministro chamou-me e pediu-me um favor pessoal, foram estes os termos, de nós, Área Metropolitana, aprovarmos, sem condições nem restrições, um projecto que implica um centro comercial, que é o dobro do NorteShopping, e fazermos as acessibilidades"
"foi tudo aprovado sem restrições e a Área Metropolitana vai fazer, à custa do erário público, todo o nó de Perafita. Só depois de tudo isto assinado é que eles nos criaram os tais 100 ou 200 postos de trabalho em Paços de Ferreira"
(negritos meus)
Além do resto, que é imenso, há aqui mais qualquer coisa que não soa bem: 100 ou 200? Não faltarão aqui zeros?
"A Ikea tinha assegurado isenções fiscais e de Segurança Social por vários anos e, quando eu pensava que já era muito, o senhor ministro chamou-me e pediu-me um favor pessoal, foram estes os termos, de nós, Área Metropolitana, aprovarmos, sem condições nem restrições, um projecto que implica um centro comercial, que é o dobro do NorteShopping, e fazermos as acessibilidades"
"foi tudo aprovado sem restrições e a Área Metropolitana vai fazer, à custa do erário público, todo o nó de Perafita. Só depois de tudo isto assinado é que eles nos criaram os tais 100 ou 200 postos de trabalho em Paços de Ferreira"
(negritos meus)
Além do resto, que é imenso, há aqui mais qualquer coisa que não soa bem: 100 ou 200? Não faltarão aqui zeros?
23 de junho de 2007
Buraquinho
É off topic mas... de quando em vez......
Pois foram 12!
Doze buraquinhos como este em 12 automóveis estacionados em filinha, enquanto os donos assistiam a um casamento. Num dos automóveis o furinho não resultou. Mal! Duplo prejuízo. Foi todo riscado.
Ao que chegámos! Já nem a um casamento se pode ir!
Claro que... a culpa é...
12 de junho de 2007
10 de junho de 2007
Um modelo muito antigo
A forma de evitar que os Mangualdenses saiam do concelho para ir fazer compras a outras paragens já foi descoberta há muitos anos.
Trata-se de um modelo que foi largamente utilizado pelos socialistas, que ainda o é, e que, como se tem visto por aqui, continua a ser um modelo muito inspirador para os socialistas, sejam eles de Mangualde ou de muito longe, e isto apesar de ter sido eliminado de quase todo o mundo.
Muros altos... postos fronteiriços... polícias vigilantes...
Afinal basta seguir os conselhos e os exemplos dos grandes mestres das revoluções socialistas, mortos ou vivos: "NINGUÉM SAI DAQUI !"

E aos não socialistas? Agrada-lhes o modelo?
Trata-se de um modelo que foi largamente utilizado pelos socialistas, que ainda o é, e que, como se tem visto por aqui, continua a ser um modelo muito inspirador para os socialistas, sejam eles de Mangualde ou de muito longe, e isto apesar de ter sido eliminado de quase todo o mundo.
Muros altos... postos fronteiriços... polícias vigilantes...
Afinal basta seguir os conselhos e os exemplos dos grandes mestres das revoluções socialistas, mortos ou vivos: "NINGUÉM SAI DAQUI !"

E aos não socialistas? Agrada-lhes o modelo?
9 de junho de 2007
5 de junho de 2007
31 de maio de 2007
24 de maio de 2007
(in)Segurança
A tradição está a deixar de ser o que era!
Para já nem falar do vandalismo, são assaltos a estabelecimentos durante a noite, são assaltos a moradias durante o dia, e agora, pasme-se, até já há carjacking !
Isto é mau. Muito mau!
É claro que - já se sabe - a culpa deve ser da câmara... mas...
Não estará na altura de fazer umsarau fórum sobre o tema?
Não será importante ouvir os Mangualdenses?
Não será importante dar a voz ao povo numa matéria tão importante como a saúde e a educação?
Para já nem falar do vandalismo, são assaltos a estabelecimentos durante a noite, são assaltos a moradias durante o dia, e agora, pasme-se, até já há carjacking !
Isto é mau. Muito mau!
É claro que - já se sabe - a culpa deve ser da câmara... mas...
Não estará na altura de fazer um
Não será importante ouvir os Mangualdenses?
Não será importante dar a voz ao povo numa matéria tão importante como a saúde e a educação?
22 de maio de 2007
Road to Perdition
Sim, há muita gente a pensar que os hipermercados e as “grandes superfícies” são um verdadeiro caminho para a perdição.
Não sei exactamente como é que esta ideia se espalhou, mas que está imensamente difundida, disso ninguém duvidará. Mas suspeito…
Suspeito que terá resultado do longo processo de aculturação aos valores da esquerda com que temos vindo a ser, todos, programados desde há muitos anos. Suspeito de um esquema simples. Querem ver?
Os hipermercados pertencem a grandes grupos económicos… ou seja, a capitalistas… ou seja, a exploradores... ou seja, a tipos que não olham a meios para conseguir o lucro. O lucro! É isso! O vergonhoso lucro! O Pecado (do) Capital! Ai, credo!
Deve ser por esta razão que há pessoas que pensam que os hipermercados devem ser combatidos a todo o custo.
Deve ser por esta razão que o Estado construiu leis que impõem grandes dificuldades à abertura dos hipermercados, obrigando a um processo de licenciamento com elevada complexidade.
Deve ser por esta razão que até há pessoas genuinamente convencidas de que os hipermercados, por lei, têm de ser instalados nas zonas periféricas – para que seja mais difícil o seu acesso pelo povo inculto que tem de ser educado…
…
…
Pois é... Que trabalhão...
Basta olhar para esta foto para perceber o trabalhão que vai dar para evitar que o povão lá continue a fazer compras.
Não sei exactamente como é que esta ideia se espalhou, mas que está imensamente difundida, disso ninguém duvidará. Mas suspeito…
Suspeito que terá resultado do longo processo de aculturação aos valores da esquerda com que temos vindo a ser, todos, programados desde há muitos anos. Suspeito de um esquema simples. Querem ver?
Os hipermercados pertencem a grandes grupos económicos… ou seja, a capitalistas… ou seja, a exploradores... ou seja, a tipos que não olham a meios para conseguir o lucro. O lucro! É isso! O vergonhoso lucro! O Pecado (do) Capital! Ai, credo!
Deve ser por esta razão que há pessoas que pensam que os hipermercados devem ser combatidos a todo o custo.
Deve ser por esta razão que o Estado construiu leis que impõem grandes dificuldades à abertura dos hipermercados, obrigando a um processo de licenciamento com elevada complexidade.
Deve ser por esta razão que até há pessoas genuinamente convencidas de que os hipermercados, por lei, têm de ser instalados nas zonas periféricas – para que seja mais difícil o seu acesso pelo povo inculto que tem de ser educado…
…
…
Pois é... Que trabalhão...
Basta olhar para esta foto para perceber o trabalhão que vai dar para evitar que o povão lá continue a fazer compras.
19 de maio de 2007
Indústria

Sei bem o que se diria se isto fosse cá.
Todos o sabemos...
Felizmente não é.
É na Guarda.
Mas é estranho ser na Guarda.
Pelo que tenho visto e lido por aí, a Guarda tem zonas industriais modelares, tem plataforma(s) logística(s), tem planos directores, tem planos de urbanização, tem planos de pormenor... tem TUDO! Até tem um executivo municipal que... que até "ouve" os cidadãos!
...
... e contudo...
17 de maio de 2007
Que coisa curiosa...
(retirado de O Primeiro de Janeiro de 13/05/2007)
Miguel Ginestal, vereador do PS, deu como exemplo do “mau caminho”, em conferência de imprensa, o “facto” do executivo do PSD ter arrecado em IRC 1,8 milhões de euros de Derrama e de ter investido apenas 83 mil em indústria e energia.
Perante este cenário, para justificar ainda o “beco sem saída” para onde se dirige o desenvolvimento do concelho de Viseu, Ginestal lembrou que são inúmeras as empresas que optam por investir em concelhos vizinhos, transformando Viseu num “mero dormitório”. Para isso contribui os 70 euros que são cobrados por metro quadrado no Parque Industrial do Mundão, quando nos municípios vizinhos esse mesmo espaço é, devidamente infraestruturado, cedido a preços simbólicos. O PS entende ainda que as taxas máximas aplicadas nos impostos municipais sobre património imobiliário – IMI e IMT – estarem “por um lado a enriquecer a autarquia e por outro a afastar o investimento para fora do concelho”.
Agora tenho de ir ver como é nos concelhos "vizinhos" de Viseu...
P.S. - 3 euros e meio por metro quadrado será um "preço simbólico"?
Miguel Ginestal, vereador do PS, deu como exemplo do “mau caminho”, em conferência de imprensa, o “facto” do executivo do PSD ter arrecado em IRC 1,8 milhões de euros de Derrama e de ter investido apenas 83 mil em indústria e energia.
Perante este cenário, para justificar ainda o “beco sem saída” para onde se dirige o desenvolvimento do concelho de Viseu, Ginestal lembrou que são inúmeras as empresas que optam por investir em concelhos vizinhos, transformando Viseu num “mero dormitório”. Para isso contribui os 70 euros que são cobrados por metro quadrado no Parque Industrial do Mundão, quando nos municípios vizinhos esse mesmo espaço é, devidamente infraestruturado, cedido a preços simbólicos. O PS entende ainda que as taxas máximas aplicadas nos impostos municipais sobre património imobiliário – IMI e IMT – estarem “por um lado a enriquecer a autarquia e por outro a afastar o investimento para fora do concelho”.
Agora tenho de ir ver como é nos concelhos "vizinhos" de Viseu...
P.S. - 3 euros e meio por metro quadrado será um "preço simbólico"?
13 de maio de 2007
Desertificação
Não sei se terá sido o mesmo que se acusou da destruição do Jardim do Cemitério, mas o que é certo é que o vandalismo voltou mostrar-se.
Desta vez foi bem no centro nevrálgico da cidade Largo do Rossio, como documentam estas fotografias.
Sim. O Largo do Rossio, onde habitei, como tantos amigos e amigas, durante dezassete anos, desertificou-se. Uma contagem feita por um amigo registou escassas 52 almas entre os antigos "Saldanha" e "Marques Marcelino", grande parte idosas.
Durante a noite... ninguém!
Depois… é o que se sabe... tudo "a saque"!
Depois… é o que se sabe... tudo "a saque"!
A existência de vastas zonas desertificadas potencia a impunidade do vandalismo.
Sabe-se, também, que mais que as forças de segurança, são os moradores que garantem a ordem e a preservação da coisa colectiva. É por isso que espero que se venham a concretizar, a curto prazo, algumas intenções de reconstrução de imóveis, exactamente no Largo do Rossio, que poderão contribuir para aumentar e rejuvenescer os moradores do centro da cidade.
Sabe-se, também, que mais que as forças de segurança, são os moradores que garantem a ordem e a preservação da coisa colectiva. É por isso que espero que se venham a concretizar, a curto prazo, algumas intenções de reconstrução de imóveis, exactamente no Largo do Rossio, que poderão contribuir para aumentar e rejuvenescer os moradores do centro da cidade.
Vamos em frente! Já foi feita uma e até pode servir de modelo.
12 de maio de 2007
Administração aberta
Acerca do Modelo-Continente, vejamos:
(do parecer aprovado por maioria)
Pretensão – Aprovação de localização para instalação de um supermercado.
Requerente: Modelo Continente, SGPS
Local: Av. Conde D. Henrique e Rua Viriato - Mangualde
Identificação do Prédio – Rústico com a área de 20,080 m2. Apesar de indicada esta área, parece-me que face aos elementos disponíveis, deverá haver lugar à rectificação de áreas. De facto, o limite apresentado para o terreno deverá ser ajustado de modo a excluir o passeio já definido no local. Por outro lado, integra também uma parcela, em triângulo, com cerca de 704 m2, confinante com a Av. Montes Hermínios, cuja titularidade deverá ser esclarecida visto ser exterior ao limite da propriedade originária. Há ainda a referir que existe uma outra parcela confinante com rotunda, a sul do troço final da Rua Viriato que fazia parte do prédio mas que ficou fraccionada devido à construção da referida rua. Estas situações deverão pois ser regularizadas.
Conformidade com o PDM - Tratando-se de uma parcela de terreno que se localiza em espaço residencial, tipologia R3... de acordo com o n.º 1 do referido articulado o uso proposto é compatível com as zonas residenciais... os índices urbanísticos resultantes dos parâmetros propostos ficam muito abaixo dos valores limite para aquela tipologia... ficam ainda abaixo do máximo permitido mesmo para a tipologia R1... o número mínimo de estacionamentos seria de 198=4960/25 inferior aos 209... previstos.
Face ao exposto verifica-se a conformidade com o PDM.
Servidões Administrativas e Restrições de Utilidade Pública – O terreno encontra-se parcialmente localizado na faixa de protecção de 50 m da Quinta Anadia, integrada no âmbito da Classificação do Palácio Anadia, classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 95/78, pelo que na fase de licenciamento terá que ser consultado o IPPAR no âmbito da Lei do Património Cultural.
Arruamentos, Infra-estruturas de Abastecimento de Água e Saneamento – Apesar de apresentado um estudo de tráfego que contempla nomeadamente a capacidade da rotunda localizada na ligação da Rua Viriato com a Av. Conde D. Henrique e que conclui que esta não apresentará quaisquer atrasos na circulação, parece-me que a solução estudada por estes serviços e que vem também integrada na proposta deveria ser executada no âmbito das obras de urbanização do empreendimento.
Outras prescrições expressamente previstas em regulamento – Tratando-se de um edifício com impacte semelhante a uma operação de loteamento conforme definido no Art.º 7.º do Regulamento Municipal de Taxas de Urbanização e Edificação, deveria haver lugar a cedências para espaços verdes e equipamento de utilização colectiva. A manterem-se esses espaços de natureza privada deverá haver lugar a uma compensação conforme previsto no n.º 4 do Art.º 44.º e no referido regulamento municipal.
Então:
Não vislumbrei nenhuma. Mas haverá tempo. O processo está mesmo no início. Falta quase tudo. Ainda nesta fase - da autorização de localização - falta a reunião da Comissão Municipal que é composta pelo Presidente da Câmara, um representante do Ministério da Economia, um representante da Assembleia Municipal, um representante da Associação Empresarial e um representante dos consumidores (normalmente DECO).
Vamos ver como vota o Ministério!
Aceito apostas!
(do parecer aprovado por maioria)
Pretensão – Aprovação de localização para instalação de um supermercado.
Requerente: Modelo Continente, SGPS
Local: Av. Conde D. Henrique e Rua Viriato - Mangualde
Identificação do Prédio – Rústico com a área de 20,080 m2. Apesar de indicada esta área, parece-me que face aos elementos disponíveis, deverá haver lugar à rectificação de áreas. De facto, o limite apresentado para o terreno deverá ser ajustado de modo a excluir o passeio já definido no local. Por outro lado, integra também uma parcela, em triângulo, com cerca de 704 m2, confinante com a Av. Montes Hermínios, cuja titularidade deverá ser esclarecida visto ser exterior ao limite da propriedade originária. Há ainda a referir que existe uma outra parcela confinante com rotunda, a sul do troço final da Rua Viriato que fazia parte do prédio mas que ficou fraccionada devido à construção da referida rua. Estas situações deverão pois ser regularizadas.
Conformidade com o PDM - Tratando-se de uma parcela de terreno que se localiza em espaço residencial, tipologia R3... de acordo com o n.º 1 do referido articulado o uso proposto é compatível com as zonas residenciais... os índices urbanísticos resultantes dos parâmetros propostos ficam muito abaixo dos valores limite para aquela tipologia... ficam ainda abaixo do máximo permitido mesmo para a tipologia R1... o número mínimo de estacionamentos seria de 198=4960/25 inferior aos 209... previstos.
Face ao exposto verifica-se a conformidade com o PDM.
Servidões Administrativas e Restrições de Utilidade Pública – O terreno encontra-se parcialmente localizado na faixa de protecção de 50 m da Quinta Anadia, integrada no âmbito da Classificação do Palácio Anadia, classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 95/78, pelo que na fase de licenciamento terá que ser consultado o IPPAR no âmbito da Lei do Património Cultural.
Arruamentos, Infra-estruturas de Abastecimento de Água e Saneamento – Apesar de apresentado um estudo de tráfego que contempla nomeadamente a capacidade da rotunda localizada na ligação da Rua Viriato com a Av. Conde D. Henrique e que conclui que esta não apresentará quaisquer atrasos na circulação, parece-me que a solução estudada por estes serviços e que vem também integrada na proposta deveria ser executada no âmbito das obras de urbanização do empreendimento.
Outras prescrições expressamente previstas em regulamento – Tratando-se de um edifício com impacte semelhante a uma operação de loteamento conforme definido no Art.º 7.º do Regulamento Municipal de Taxas de Urbanização e Edificação, deveria haver lugar a cedências para espaços verdes e equipamento de utilização colectiva. A manterem-se esses espaços de natureza privada deverá haver lugar a uma compensação conforme previsto no n.º 4 do Art.º 44.º e no referido regulamento municipal.
Então:
- O terreno objecto de doação ao município foi identificado e foi exigida a regularização (contrapartidas);
- A operação não viola o PDM;
- Terá de ser consultado o IPPAR;
- A ideia da "bolacha" é dos próprios Serviços Técnicos;
- Haverá lugar a compensações.
Não vislumbrei nenhuma. Mas haverá tempo. O processo está mesmo no início. Falta quase tudo. Ainda nesta fase - da autorização de localização - falta a reunião da Comissão Municipal que é composta pelo Presidente da Câmara, um representante do Ministério da Economia, um representante da Assembleia Municipal, um representante da Associação Empresarial e um representante dos consumidores (normalmente DECO).
Vamos ver como vota o Ministério!
Aceito apostas!
8 de maio de 2007
Cartas ao director
Do nosso leitor Dr. Castro Oliveira recebemos um email onde se insurge contra a localização do Modelo–Continente por esta se situar […] bem no centro nevrálgico da cidade projectada … à margem da Avenida Conde D. Henrique… principal avenida da cidade… onde… estava previsto um desenvolvimento urbano/urbanístico que alteraria profundamente o facies desta terra […]
Bom...
Percebo a lógica com que foi escrita, bem como a da criteriosa selecção do órgão de divulgação.
E, percebendo a lógica, não a comento. É que as estratégias pessoais são isso mesmo: pessoais.
No que concerne ao conteúdo:
Bom...
Percebo a lógica com que foi escrita, bem como a da criteriosa selecção do órgão de divulgação.
E, percebendo a lógica, não a comento. É que as estratégias pessoais são isso mesmo: pessoais.
No que concerne ao conteúdo:
- Nunca conheci qualquer projecto de desenvolvimento urbano/urbanístico para aquele centro nevrálgico da cidade (porra, que esta é profunda!). Não me lembro, durante o período temporal em que me podem ser imputadas responsabilidades, de alguma vez ter dado entrada nos Serviços do Município algo parecido com isso. E, muito menos, de ter sido indeferido. Terá sido em momento anterior? Talvez, até porque em momento anterior era exactamente o Dr. Castro o responsável pelo sector. Mas haverá mais alguém que conheça o aludido projecto? Terei de indagar.
- Espero que haja mais pessoas que conheçam as doações do Senhor Conde ao Município e, mais que isso, que tenham acautelado o interesse colectivo. Mas é uma dica interessante e atempada. De facto, neste momento apenas existe uma deliberação camarária favorável a um pedido de parecer do Ministério da Economia, pelo que haverá todas as possibilidades de rectificar eventuais desconformidades.
- A “bolacha”! Pois eu também acho que a "bolacha", pelas dimensões que tem – e pela orientação que apresenta – não é uma solução consensual. Contudo, tenho de reconhecer que não é fácil gizar uma solução rodoviária que proteja a saída dos edifícios Montes Hermínios, que articule a inserção da Rua Viriato e que permita o desenvolvimento do futuro arruamento de ligação ao prolongamento da Rua Veiga Simão. Não é mesmo nada fácil! Mas é possível melhorar a solução da “bolacha”? Acredito que sim.
- Terá havido ilegalidades! Bom, esta é, para mim, uma questão sagrada. Não pratico ilegalidades nem pactuo com elas. Cabe-me averiguar e agir em conformidade: Ministério Público… IGAT… o que for preciso. Ilegalidades é que não!
30 de abril de 2007
24 de abril de 2007
Água

Tanta água!
Sim, a barragem de Fagilde está à cota máxima.
É muita água para tratar, elevar, armazenar e distribuir.
Tudo serviços cada vez mais dispendiosos que levam a que os sistemas (inter)municipais sejam, invariavelmente, deficitários, logo conducentes ao endividamento, à degradação da respectiva qualidade e mesmo a ambas.
O próprio Governo, consciente do problema, inscreveu como prioridade - no PEAASAR 2007-2013 - a sustentabilidade dos sistemas de abastecimento e drenagem de águas.
No nosso Concelho, considerando a componente do investimento no sector - mais de 10 milhões de euros nos últimos 5 anos - dificilmente se conseguirá a requerida sustentabilidade. Todavia, o aumento das tarifas e das taxas a pagar pelos consumidores contribui para minorar o défice.
O problema é que, naturalmente, ninguém gosta de pagar mais...
Mas é inevitável. À semelhança das taxas moderadoras do sector da Saúde, (e das propinas do Ensino Superior), também o sector das águas e dos resíduos continuará a ser objecto de actualizações em alta.
Compreende-se.
O que não se compreende é que, na Assembleia Municipal, o Partido Socialista vote contra uma proposta de alteração dos regulamentos que contempla a redução de 20% nas facturas relativas a consumidores idosos, casais jovens, famílias numerosas, associações e instituições.
Votar contra a proposta de alteração dos regulamentos é votar contra a redução da factura destes estratos populacionais e institucionais.
E, desgraçadamente, isso só se compreende na lógica do partidarismo e da politiquice.
21 de abril de 2007
Selvajaria
18 de abril de 2007
Na crista da onda
Diziam hoje - O Primeiro de Janeiro e o Jornal de Notícias - que por aqui se aponta o caminho a seguir.
É verdade e não é coisa de agora. Há muitos anos que inovamos.
Daqui a uns dias será a Televisão.
(sobre este projecto, ver isto e isto)
É verdade e não é coisa de agora. Há muitos anos que inovamos.
Daqui a uns dias será a Televisão.
(sobre este projecto, ver isto e isto)
17 de abril de 2007
16 de abril de 2007
10 de abril de 2007
Olhando à nossa volta
8 de abril de 2007
2 de abril de 2007
Será que não leu a cartilha?
... este trabalho de modernização do parque escolar deve valorizar a integração das escolas na paisagem e na vida das cidades.
Alguns dos edifícios escolares, em particular os construídos no início do século XX, bem como os que datam de meados do século XX, fazem parte de um património urbano fortemente valorizado pelas populações.
A modernização destes edifícios, sobretudo quando articulada com processos mais vastos de requalificação do tecido urbano envolvente, deve pois procurar reforçar os laços que ligam as escolas não apenas à história das cidades e dos seus habitantes, mas também ao seu futuro projectado.
...
Ai Senhora Ministra, o que a Senhora anda a dizer...
Modernizar edifícios do princípio do século...
Tsss, tsss, tsss... se isto se sabe aqui no burgo...
Alguns dos edifícios escolares, em particular os construídos no início do século XX, bem como os que datam de meados do século XX, fazem parte de um património urbano fortemente valorizado pelas populações.
A modernização destes edifícios, sobretudo quando articulada com processos mais vastos de requalificação do tecido urbano envolvente, deve pois procurar reforçar os laços que ligam as escolas não apenas à história das cidades e dos seus habitantes, mas também ao seu futuro projectado.
...
Ai Senhora Ministra, o que a Senhora anda a dizer...
Modernizar edifícios do princípio do século...
Tsss, tsss, tsss... se isto se sabe aqui no burgo...
1 de abril de 2007
Empresários da treta
Umas abéculas!
Se tivessem vindo a Mangualde e se tivessem ouvido determinados especialistas evitariam gastar um dinheirão.
Em vez de recuperar o velho edifício do Hospital de Viseu, fariam uma pousada nova, de raíz.
E, sendo nova, seria muito mais atraente para os clientes, já que teria uma qualidade que a recuperação do velho nunca permitirá.
E, melhor ainda, não gastariam tanto dinheiro.
Meus senhores do grupo Pestana, vinde a Mangualde e aprendei!
(JN de 26/03/2007)
29 de março de 2007
26 de março de 2007
Momento poético
...
Ainda mais triste é não ter inimigos.
Porque quem não tem inimigos,
É sinal que não tem:
Nem talento que faça sombra,
Nem carácter que impressione,
Nem coragem para que o temam,
Nem honra contra qual murmurem,
Nem bens que lhe cobicem,
Nem coisa alguma que invejem.
(Voltaire)
Ainda mais triste é não ter inimigos.
Porque quem não tem inimigos,
É sinal que não tem:
Nem talento que faça sombra,
Nem carácter que impressione,
Nem coragem para que o temam,
Nem honra contra qual murmurem,
Nem bens que lhe cobicem,
Nem coisa alguma que invejem.
(Voltaire)
23 de março de 2007
A insustentável atracção do "novo"
Em algumas das diversas conversas que tenho tido sobre a proposta de Carta Educativa, surgiu, como crítica, a falta de previsão da construção de novos edifícios.
Compreendo a crítica: é a atracção do “novo”; é o imediatismo do o que é novo é melhor. Compreendo.
Compreendo… mas não concordo!
De facto, o que nos deve preocupar são as efectivas condições para a aprendizagem das crianças. Se não for possível conseguir as desejáveis condições requalificando e ampliando o edificado, pois que se construa de raiz. É o que acontece na Freguesia de Fornos de Maceira Dão, onde, por impossibilidade de ampliação de qualquer das estruturas actuais, se preconiza a construção de um novo edifício.
É preciso perceber que a opção pela construção de novos edifícios implica despesas acrescidas. Desde logo, ao nível da própria construção em si mesma. Uma coisa é reconstruir, ampliar e requalificar, com base em projectos e cadernos de encargos exigentes, e outra é construir tudo de novo. A diferença de custos é enorme. E nem sequer estou a incluir o valor dos terrenos…
Vejamos, por exemplo, o caso do 1º Ciclo na Cidade de Mangualde:
São 439 alunos em 20 turmas, distribuídas pelo Colégio e pela Carvalha.
Quanto custaria construir uma escola nova para estas 20 turmas? Meio milhão de contos? E o terreno?
Há quem diga que o QREN vai disponibilizar verbas. Fala-se em comparticipações que poderão atingir os 75%. Fala-se… mas nada está definido. Mas, ainda que esta hipótese se venha a confirmar, ainda faltarão os restantes 25% que continuam a ser muito dinheiro.
Mas há outra questão:
Nessa situação, o que iria acontecer aos edifícios abandonados?
Vendem-se?
Vende-se a escola da Carvalha?
Não me parece. Já apareceram compradores para outras escolas, entretanto encerradas, bem menos emblemáticas que esta e… as populações sempre se opuseram…
Então?
Ficam ao abandono degradando-se inexoravelmente?
Também não me parece…
Ou seja, a construção de novos edifícios não evita despesas de conservação das escolas encerradas. É o que tem vindo a acontecer pelo concelho fora.
Isto é, construir novos edifícios implica duas despesas: construir os novos e manter os velhos!!!
E assim volto ao princípio:
O que interessa é criar todas as condições para que os nossos alunos possam realizar aprendizagens com qualidade. Se isso for compatível com a requalificação do edificado, tanto melhor.
Como exercício intelectual, imagine-se o que representaria requalificar o edifício principal do Colégio mantendo-o ao serviço daquilo que fez a sua história: a Educação…
Compreendo a crítica: é a atracção do “novo”; é o imediatismo do o que é novo é melhor. Compreendo.
Compreendo… mas não concordo!
De facto, o que nos deve preocupar são as efectivas condições para a aprendizagem das crianças. Se não for possível conseguir as desejáveis condições requalificando e ampliando o edificado, pois que se construa de raiz. É o que acontece na Freguesia de Fornos de Maceira Dão, onde, por impossibilidade de ampliação de qualquer das estruturas actuais, se preconiza a construção de um novo edifício.
É preciso perceber que a opção pela construção de novos edifícios implica despesas acrescidas. Desde logo, ao nível da própria construção em si mesma. Uma coisa é reconstruir, ampliar e requalificar, com base em projectos e cadernos de encargos exigentes, e outra é construir tudo de novo. A diferença de custos é enorme. E nem sequer estou a incluir o valor dos terrenos…
Vejamos, por exemplo, o caso do 1º Ciclo na Cidade de Mangualde:
São 439 alunos em 20 turmas, distribuídas pelo Colégio e pela Carvalha.
Quanto custaria construir uma escola nova para estas 20 turmas? Meio milhão de contos? E o terreno?
Há quem diga que o QREN vai disponibilizar verbas. Fala-se em comparticipações que poderão atingir os 75%. Fala-se… mas nada está definido. Mas, ainda que esta hipótese se venha a confirmar, ainda faltarão os restantes 25% que continuam a ser muito dinheiro.
Mas há outra questão:
Nessa situação, o que iria acontecer aos edifícios abandonados?
Vendem-se?
Vende-se a escola da Carvalha?
Não me parece. Já apareceram compradores para outras escolas, entretanto encerradas, bem menos emblemáticas que esta e… as populações sempre se opuseram…
Então?
Ficam ao abandono degradando-se inexoravelmente?
Também não me parece…
Ou seja, a construção de novos edifícios não evita despesas de conservação das escolas encerradas. É o que tem vindo a acontecer pelo concelho fora.
Isto é, construir novos edifícios implica duas despesas: construir os novos e manter os velhos!!!
E assim volto ao princípio:
O que interessa é criar todas as condições para que os nossos alunos possam realizar aprendizagens com qualidade. Se isso for compatível com a requalificação do edificado, tanto melhor.
Como exercício intelectual, imagine-se o que representaria requalificar o edifício principal do Colégio mantendo-o ao serviço daquilo que fez a sua história: a Educação…
21 de março de 2007
Dia da Floresta
Árvores de espécies aconselhadas pelos técnicos especialistas e meticulosamente colocadas nos locais adequados.
Mangualde juntou-se nesta iniciativa a vários concelhos igualmente empenhados na arborização do seu território, nomeadamente o urbano.
Espera-se que, ao contrário do ano anterior no Parque dos Poetas, não lhes venha a faltar
16 de março de 2007
15 de março de 2007
O mundo não pára
No artigo anterior levantaram-se algumas vozes na defesa do comércio tradicional como se este estivesse em perigo pela eventual próxima instalação em Mangualde de dois hipermercados. Acho que não têm razão.
Há já muito tempo que o comércio tradicional mangualdense enfrenta a concorrência de grandes superfícies.
De facto, ter uma grande superfície em Mangualde ou em Viseu é – ao ritmo em que vivemos – praticamente a mesma coisa. Fazer 16 quilómetros para ir às compras a Viseu tornou-se absolutamente banal. E até mesmo aqueles que lá não vão, não deixarão de se sentirem atraídos pelos “nossos” Pingo Doce e Lidl.
Ou seja: a concorrência ao comércio tradicional não é questão nova. É uma realidade que este enfrenta há já muito tempo.
Aquele que conseguiu distinguir-se da impessoalidade das grandes superfícies e do, geralmente insuficiente, apoio após venda, conseguiu fidelizar clientes. E estes não irão deixar de o ser por abrir mais este ou aquele estabelecimento. Os outros…
Mas esta questão leva-me a aflorar outra vertente do mesmo problema: a da evolução da sociedade.
O que é que hoje se considera "comércio tradicional"?
Os supermercados? As lojas de pronto-a-vestir? As outras lojas de pequena dimensão?
Mas estas, na época em que surgiram e se instalaram, não vieram pôr em perigo as então tradicionais actividades?
Por exemplo, os supermercados não vieram fazer concorrência às antigas mercearias de que tão bem me lembro?
Os antigos latoeiros, cesteiros, marceneiros e outros artesãos não foram constrangidos pela oferta de produtos inovadores nas novas lojas comerciais?
O pronto-a-vestir não veio abalar os antigos alfaiates, costureiras e modistas?
...
Meus senhores… o mundo não pára.
...
Imagine-se agora que em tempos, paternalmente, se tinham imposto limitações à abertura destas lojas que hoje constituem o comércio tradicional?
Como seria hoje o mundo?
Estariam os cidadãos mais felizes? Teriam à sua disposição a mesma variedade de produtos? Beneficiariam de melhores preços?
...
Ainda hoje subsistem alfaiates, aos quais vamos quando pretendemos um fato que vista especialmente bem. É o critério da qualidade. O critério do preço, neste caso, desvaloriza-se.
De facto, ter uma grande superfície em Mangualde ou em Viseu é – ao ritmo em que vivemos – praticamente a mesma coisa. Fazer 16 quilómetros para ir às compras a Viseu tornou-se absolutamente banal. E até mesmo aqueles que lá não vão, não deixarão de se sentirem atraídos pelos “nossos” Pingo Doce e Lidl.
Ou seja: a concorrência ao comércio tradicional não é questão nova. É uma realidade que este enfrenta há já muito tempo.
Aquele que conseguiu distinguir-se da impessoalidade das grandes superfícies e do, geralmente insuficiente, apoio após venda, conseguiu fidelizar clientes. E estes não irão deixar de o ser por abrir mais este ou aquele estabelecimento. Os outros…
Mas esta questão leva-me a aflorar outra vertente do mesmo problema: a da evolução da sociedade.
O que é que hoje se considera "comércio tradicional"?
Os supermercados? As lojas de pronto-a-vestir? As outras lojas de pequena dimensão?
Mas estas, na época em que surgiram e se instalaram, não vieram pôr em perigo as então tradicionais actividades?
Por exemplo, os supermercados não vieram fazer concorrência às antigas mercearias de que tão bem me lembro?
Os antigos latoeiros, cesteiros, marceneiros e outros artesãos não foram constrangidos pela oferta de produtos inovadores nas novas lojas comerciais?
O pronto-a-vestir não veio abalar os antigos alfaiates, costureiras e modistas?
...
Meus senhores… o mundo não pára.
...
Imagine-se agora que em tempos, paternalmente, se tinham imposto limitações à abertura destas lojas que hoje constituem o comércio tradicional?
Como seria hoje o mundo?
Estariam os cidadãos mais felizes? Teriam à sua disposição a mesma variedade de produtos? Beneficiariam de melhores preços?
...
Ainda hoje subsistem alfaiates, aos quais vamos quando pretendemos um fato que vista especialmente bem. É o critério da qualidade. O critério do preço, neste caso, desvaloriza-se.
Da forma semelhante, também os diversos sectores do comércio terão de encontrar o seu critério para fidelizar clientes. Ninguém o fará por eles…
Por mim, desde que o comércio tradicional tenha o que procuro, continuarei cliente.
Por mim, desde que o comércio tradicional tenha o que procuro, continuarei cliente.
12 de março de 2007
Hipermercados
Num comentário a um artigo anterior, escreveu o Dr. Nóbrega:
Haverá espaço em Mangualde para um Feira Nova, um Lidl, Um Inter ou Ecomarché, um Modelo e um Plus? (1)
Ora aqui está uma perspectiva muito interessante.
Interessante porquê?
Porque espelha a concepção de um Estado interventor na esfera privada. Um Estado que se preocupa com a viabilidade dos negócios dos privados. Um Estado que estabelece áreas – não só geográficas – de influência de um determinado agente económico. Um Estado, portanto, a meio caminho entre o paternalismo, o corporativismo e o socialismo.
Bom, já tivemos mais implantada esta concepção de Estado do que hoje.
Durante o Estado Novo era mesmo assim. Depois, na sequência do PREC, foi muito mais assim. Muito mais! Tanto mais que até passámos a ter empresas nacionalizadas – “nossas”!
Hoje, essa concepção de Estado está mais esbatida, mas persistem alguns sinais. O caso das farmácias é emblemático e é de todos conhecido. Ainda existem limitações explícitas à abertura de novas farmácias. Se numa determinada área já houver x por habitante… 'nicles'!
Quem é que saibeneficiado prejudicado? … Pois é… é o cidadão!
O caso dos hipermercados é muito semelhante.
É preciso todo um complexo e moroso processo instruído junto do – pasme-se – Ministério da Economia (!). Não basta que o investidor se dirija ao município, manifeste a intenção de instalar uma unidade, apresente o respectivo estudo prévio e aguarde a decisão. Isso é que era belo…
Repudio em absoluto esta concepção socialista de Estado!
Ao Estado não compete dificultar a iniciativa privada.
Nesta matéria, o Estado deve, isso sim, garantir que sejam respeitados os princípios da livre concorrência e, assim, contribuir para que os cidadãos beneficiem de melhores preços e melhores condições.
Ora, tendo em conta que os Municípios são “Estado”, tudo o que defendo para o central, defendo para o local.
Uma lógica semelhante a esta é a “lógica dos planos”, igualmente referida por alguns comentadores.
Esta lógica radica – embora muitos não se dêem conta - naquele extraordinário paradigma que originou o êxito retumbante dos célebres planos quinquenais, mormente dos soviéticos.
De uma planificação rigorosamente cumprida resultará, inevitavelmente, o Progresso! Por isso temos de ter planos para tudo – director, de urbanização, de pormenor, educativo, social… – e temos de os cumprir a todo o custo! Inflexivelmente!
Recuso igualmente esta concepção!
Um plano, um projecto, seja ele qual for, nunca consegue prever, em todas as vertentes, todas as evoluções que o tempo, entre outros factores, se encarrega de produzir. Por mais bem alicerçado e fundamentado que um plano seja, surgirá sempre algum elemento que não estava – nem poderia estar – previsto.
Por isso, aquilo que os planos têm de melhor – e acho que se devem fazer planos – é a possibilidade de se poderem alterar sempre que se ache necessário.
Vejamos o caso dos terrenos para a Citroën:
O plano existia e existe. É o Plano Director Municipal. E o PDM preconizava uma determinada utilização dos solos que, veio a saber-se mais tarde, ficou desactualizada. O que é que se reclamou? A alteração do plano, naturalmente - (que afinal nem era / nem é necessária) !
Imaginemos agora que existia um plano de pormenor, ou de urbanização, ou uma coisa com outro nome qualquer, para a Avenida Conde D. Henrique. Imagine-se que esse plano previa a edificação de blocos habitacionais (dificilmente previria um hipermercado). Subitamente surge a iniciativa da Sonae:
- Bom, nós pretendemos construir aqui um hipermercado que absorverá 110 postos de trabalho na primeira fase. Estão interessados?
- Ah… pois… era muito interessante, mas… o nosso plano não contempla essa utilização para aquela zona. Não podem escolher outro local?
- Não. Sabem, antes de vir para aqui já estudámos o assunto e só estamos interessados naquele local.
- Pois é. Que pena. Podem dar-nos um tempo para alterar o nosso plano?
- Não. Precisamos de decidir já. Boa tarde. Vamos ver num concelho vizinho!
...
Recuso liminarmente este cenário de inflexibilidade dos planos.
Numa situação destas a única postura do Município tem de ser a da negociação de condições que garantam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos: a fluidez do tráfego… o estacionamento… os índices de construção… até mesmo as questões arquitecturais… tudo aspectos que, como consta do parecer dos Serviços Técnicos, foram devidamente acautelados, não fazendo sentido trazê-los à colação como foram.
E, naturalmente, perante uma questão como esta, ou se é a favor… ou se é contra!
Abstenção???
(1) O Plus foi chumbado no meio do tenebroso processo...
Haverá espaço em Mangualde para um Feira Nova, um Lidl, Um Inter ou Ecomarché, um Modelo e um Plus? (1)
Ora aqui está uma perspectiva muito interessante.
Interessante porquê?

Porque espelha a concepção de um Estado interventor na esfera privada. Um Estado que se preocupa com a viabilidade dos negócios dos privados. Um Estado que estabelece áreas – não só geográficas – de influência de um determinado agente económico. Um Estado, portanto, a meio caminho entre o paternalismo, o corporativismo e o socialismo.
Bom, já tivemos mais implantada esta concepção de Estado do que hoje.
Durante o Estado Novo era mesmo assim. Depois, na sequência do PREC, foi muito mais assim. Muito mais! Tanto mais que até passámos a ter empresas nacionalizadas – “nossas”!
Hoje, essa concepção de Estado está mais esbatida, mas persistem alguns sinais. O caso das farmácias é emblemático e é de todos conhecido. Ainda existem limitações explícitas à abertura de novas farmácias. Se numa determinada área já houver x por habitante… 'nicles'!
Quem é que sai
O caso dos hipermercados é muito semelhante.
É preciso todo um complexo e moroso processo instruído junto do – pasme-se – Ministério da Economia (!). Não basta que o investidor se dirija ao município, manifeste a intenção de instalar uma unidade, apresente o respectivo estudo prévio e aguarde a decisão. Isso é que era belo…
Repudio em absoluto esta concepção socialista de Estado!
Ao Estado não compete dificultar a iniciativa privada.
Nesta matéria, o Estado deve, isso sim, garantir que sejam respeitados os princípios da livre concorrência e, assim, contribuir para que os cidadãos beneficiem de melhores preços e melhores condições.
Ora, tendo em conta que os Municípios são “Estado”, tudo o que defendo para o central, defendo para o local.
Uma lógica semelhante a esta é a “lógica dos planos”, igualmente referida por alguns comentadores.
Esta lógica radica – embora muitos não se dêem conta - naquele extraordinário paradigma que originou o êxito retumbante dos célebres planos quinquenais, mormente dos soviéticos.
De uma planificação rigorosamente cumprida resultará, inevitavelmente, o Progresso! Por isso temos de ter planos para tudo – director, de urbanização, de pormenor, educativo, social… – e temos de os cumprir a todo o custo! Inflexivelmente!
Recuso igualmente esta concepção!
Um plano, um projecto, seja ele qual for, nunca consegue prever, em todas as vertentes, todas as evoluções que o tempo, entre outros factores, se encarrega de produzir. Por mais bem alicerçado e fundamentado que um plano seja, surgirá sempre algum elemento que não estava – nem poderia estar – previsto.
Por isso, aquilo que os planos têm de melhor – e acho que se devem fazer planos – é a possibilidade de se poderem alterar sempre que se ache necessário.
Vejamos o caso dos terrenos para a Citroën:
O plano existia e existe. É o Plano Director Municipal. E o PDM preconizava uma determinada utilização dos solos que, veio a saber-se mais tarde, ficou desactualizada. O que é que se reclamou? A alteração do plano, naturalmente - (que afinal nem era / nem é necessária) !
Imaginemos agora que existia um plano de pormenor, ou de urbanização, ou uma coisa com outro nome qualquer, para a Avenida Conde D. Henrique. Imagine-se que esse plano previa a edificação de blocos habitacionais (dificilmente previria um hipermercado). Subitamente surge a iniciativa da Sonae:
- Bom, nós pretendemos construir aqui um hipermercado que absorverá 110 postos de trabalho na primeira fase. Estão interessados?
- Ah… pois… era muito interessante, mas… o nosso plano não contempla essa utilização para aquela zona. Não podem escolher outro local?
- Não. Sabem, antes de vir para aqui já estudámos o assunto e só estamos interessados naquele local.
- Pois é. Que pena. Podem dar-nos um tempo para alterar o nosso plano?
- Não. Precisamos de decidir já. Boa tarde. Vamos ver num concelho vizinho!
...
Recuso liminarmente este cenário de inflexibilidade dos planos.
Numa situação destas a única postura do Município tem de ser a da negociação de condições que garantam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos: a fluidez do tráfego… o estacionamento… os índices de construção… até mesmo as questões arquitecturais… tudo aspectos que, como consta do parecer dos Serviços Técnicos, foram devidamente acautelados, não fazendo sentido trazê-los à colação como foram.
E, naturalmente, perante uma questão como esta, ou se é a favor… ou se é contra!
Abstenção???
(1) O Plus foi chumbado no meio do tenebroso processo...
11 de março de 2007
Simulacro
Percebo pouco disto, mas fiquei com a sensação que os serviços reagiram com prontidão e competência.
E dizia-me um bombeiro amigo: "Quando isto é a sério, corre sempre melhor".
9 de março de 2007
Política "a sério"
Da acta da reunião da Câmara Municipal de Mangualde 21/02/2007 consta:
Foi presente um ofício da Direcção Regional da Economia do Centro, de acordo com o disposto na alínea b) do n.º 2, do artigo 11.º e no artigo 12.º, da Lei n.º 12/2004, de 30 de Março, solicitando a emissão de parecer para efeitos de aprovação de localização relativa ao pedido de autorização de instalação de estabelecimento de comércio a retalho não alimentar de electrodomésticos, outros equipamentos para o lar e electrónica de consumo, da insígnia “Worten”, integrada no hipermercado “Modelo”, que Modelo Continente, S.G.P.S. pretende levar a efeito no cruzamento da Avenida Conde D. Henrique com a Rua Viriato, em Mangualde.
Relativamente ao solicitado, o Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Planeamento Urbano emitiu a seguinte informação:
“Tendo estes Serviços emitido parecer favorável quanto à localização da totalidade da área de implantação e construção do empreendimento na qual esta pretensão se inclui, também agora se emite parecer favorável nas mesmas condições.
À consideração superior.”
De acordo com a presente informação emitida pelo Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Planeamento Urbano, a Câmara deliberou emitir parecer favorável relativamente á localização referente ao pedido de autorização de instalação de estabelecimento de comércio a retalho não alimentar de electrodomésticos, outros equipamentos para o lar e electrónica de consumo, da insígnia “Worten”, integrada no hipermercado “Modelo”, que Modelo Continente, S.G.P.S. pretende levar a efeito no cruzamento da Avenida Conde D. Henrique com a Rua Viriato, em Mangualde.
Abstiveram-se nesta deliberação os Senhores Vereadores eleitos pela lista do Partido Socialista, Dr. João Azevedo, Dr. Luís Coimbra e Dr.ª Palmira Vaz, e ainda o senhor Vereador Dr. António Silva, eleito pela lista do Partido Social Democrata..
Votaram a favor nesta deliberação a Senhora Vereadora Dr.ª Sara Vermelho e o Senhor Presidente da Câmara.
Pode perguntar-se: "O que é que isto tem de especial?"
A votação! Aprovado com 4 abstenções e 2 votos a favor!
Percebe-se bem que o Presidente Soares Marques e a Vereadora Sara Vermelho entendem que a abertura de uma loja Worten – integrada num hipermercado Modelo-Continente – é benéfica para Mangualde e para os Mangualdenses. Em conformidade, votaram a favor.
E os outros vereadores?
Também entenderão que a abertura da loja é benéfica para Mangualde e para os Mangualdenses?
Não! Se assim fosse teriam votado a favor!
Então entenderão que a abertura da loja é prejudicial para Mangualde e para os Mangualdenses?
Também não! Se assim fosse teriam votado contra!
Só resta uma hipótese: é-lhes indiferente!
…
Será que isto é que é a “política”?
Foi presente um ofício da Direcção Regional da Economia do Centro, de acordo com o disposto na alínea b) do n.º 2, do artigo 11.º e no artigo 12.º, da Lei n.º 12/2004, de 30 de Março, solicitando a emissão de parecer para efeitos de aprovação de localização relativa ao pedido de autorização de instalação de estabelecimento de comércio a retalho não alimentar de electrodomésticos, outros equipamentos para o lar e electrónica de consumo, da insígnia “Worten”, integrada no hipermercado “Modelo”, que Modelo Continente, S.G.P.S. pretende levar a efeito no cruzamento da Avenida Conde D. Henrique com a Rua Viriato, em Mangualde.
Relativamente ao solicitado, o Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Planeamento Urbano emitiu a seguinte informação:
“Tendo estes Serviços emitido parecer favorável quanto à localização da totalidade da área de implantação e construção do empreendimento na qual esta pretensão se inclui, também agora se emite parecer favorável nas mesmas condições.
À consideração superior.”
De acordo com a presente informação emitida pelo Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Planeamento Urbano, a Câmara deliberou emitir parecer favorável relativamente á localização referente ao pedido de autorização de instalação de estabelecimento de comércio a retalho não alimentar de electrodomésticos, outros equipamentos para o lar e electrónica de consumo, da insígnia “Worten”, integrada no hipermercado “Modelo”, que Modelo Continente, S.G.P.S. pretende levar a efeito no cruzamento da Avenida Conde D. Henrique com a Rua Viriato, em Mangualde.
Abstiveram-se nesta deliberação os Senhores Vereadores eleitos pela lista do Partido Socialista, Dr. João Azevedo, Dr. Luís Coimbra e Dr.ª Palmira Vaz, e ainda o senhor Vereador Dr. António Silva, eleito pela lista do Partido Social Democrata..
Votaram a favor nesta deliberação a Senhora Vereadora Dr.ª Sara Vermelho e o Senhor Presidente da Câmara.
Pode perguntar-se: "O que é que isto tem de especial?"
A votação! Aprovado com 4 abstenções e 2 votos a favor!
Percebe-se bem que o Presidente Soares Marques e a Vereadora Sara Vermelho entendem que a abertura de uma loja Worten – integrada num hipermercado Modelo-Continente – é benéfica para Mangualde e para os Mangualdenses. Em conformidade, votaram a favor.
E os outros vereadores?
Também entenderão que a abertura da loja é benéfica para Mangualde e para os Mangualdenses?
Não! Se assim fosse teriam votado a favor!
Então entenderão que a abertura da loja é prejudicial para Mangualde e para os Mangualdenses?
Também não! Se assim fosse teriam votado contra!
Só resta uma hipótese: é-lhes indiferente!
…
Será que isto é que é a “política”?
7 de março de 2007
Estatuto editorial (again)
Nos últimos artigos, alguns comentadores insurgiram-se a propósito de determinada linguagem utilizada por outros comentadores.
Pois…
Em tempos que já lá vão submeti este blog ao regime da moderação de comentários. Não gostei da experiência.
Num blog, para além de outros aspectos, aprecio a visualização imediata do comentário que se produz.
Claro que podem surgir comentários malcriados, ofensivos, insultuosos, etc., quer para o próprio dono do blog, quer para terceiros. Pois podem... Esses ficarão expostos ao escrutínio geral até que o dono do blog, logo que os veja e no exercício da sua autoridade, decida da sua eliminação, ou não.
Parece-me, esta, uma prática mais saudável que a da moderação, já que não se trata de uma censura prévia. O comentário estará visível pelo menos até que o dono do blog o veja. Nunca se poderá levantar a suspeita sobre se alguns comentários não são publicados e sabe-se quais os que foram eliminados.
Como será óbvio, trata-se de um sistema que acarreta um maior nível de responsabilidade ao dono do blog. Não se pode esquecer que o blogger é sempre corresponsável – pela sua condição – por todos os comentários publicados: mantê-los sem lhes fazer qualquer crítica, implica, no mínimo, a não oposição ao respectivo conteúdo.
É por esta razão que, com alguma frequência, elimino comentários publicados.
Também há outras ocasiões em que não os apago, preferindo demarcar-me, sem tibiezas, do comentário.
E também há casos em que obrigo o comentador ofensivo a mudar de IP...
Por fim, quero deixar claro que má criação não é dizer palavrões…
Pois…
Em tempos que já lá vão submeti este blog ao regime da moderação de comentários. Não gostei da experiência.
Num blog, para além de outros aspectos, aprecio a visualização imediata do comentário que se produz.
Claro que podem surgir comentários malcriados, ofensivos, insultuosos, etc., quer para o próprio dono do blog, quer para terceiros. Pois podem... Esses ficarão expostos ao escrutínio geral até que o dono do blog, logo que os veja e no exercício da sua autoridade, decida da sua eliminação, ou não.
Parece-me, esta, uma prática mais saudável que a da moderação, já que não se trata de uma censura prévia. O comentário estará visível pelo menos até que o dono do blog o veja. Nunca se poderá levantar a suspeita sobre se alguns comentários não são publicados e sabe-se quais os que foram eliminados.
Como será óbvio, trata-se de um sistema que acarreta um maior nível de responsabilidade ao dono do blog. Não se pode esquecer que o blogger é sempre corresponsável – pela sua condição – por todos os comentários publicados: mantê-los sem lhes fazer qualquer crítica, implica, no mínimo, a não oposição ao respectivo conteúdo.
É por esta razão que, com alguma frequência, elimino comentários publicados.
Também há outras ocasiões em que não os apago, preferindo demarcar-me, sem tibiezas, do comentário.
E também há casos em que obrigo o comentador ofensivo a mudar de IP...
Por fim, quero deixar claro que má criação não é dizer palavrões…
4 de março de 2007
Sarau 2007
O Sarau Anual da Escola Secundária Felismina Alcântara não carece de apresentação.
A edição deste ano terá sido uma das mais bem conseguidas.
Fica aqui uma gotinha do seu perfume.
A edição deste ano terá sido uma das mais bem conseguidas.
Fica aqui uma gotinha do seu perfume.
1 de março de 2007
28 de fevereiro de 2007
Apócrifa?
Neste artigo do Bruno Pereira começa por se dizer que:O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), denunciou, à cerca de um mês atrás, em carta enviada ao Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, alguns abusos de poder por parte do coordenador dos funcionários das oficinas do Município de Mangualde, Sr Ferrinho.
O STAL devia estar a referir-se à dita ditadura do ferro.
Só que, quando se chega ao útilmo parágrafo, está lá:
António Monteiro coordenador Distrital do STAL , disse ao nosso jornal que a carta foi enviada sem o seu conhecimento e consentimento desconhecendo quem a enviou, e que o STAL não trata assim dos assuntos.
Que coisa tão estranha.
O Sindicato enviou uma carta de protesto mas o respectivo coordenador não teve conhecimento nem deu consentimento.
...
Já não há ditaduras como antigamente...
27 de fevereiro de 2007
24 de fevereiro de 2007
20 de fevereiro de 2007
Urgências
15 de fevereiro de 2007
Resposta
- Acho que aquela miúda é muito gira.
- Eu não! Eu acho que é um estafermo.
- Então? Vamos discutir?
- Não! Opinião, cada um tem a sua...
- Eu não! Eu acho que é um estafermo.
- Então? Vamos discutir?
- Não! Opinião, cada um tem a sua...
13 de fevereiro de 2007
12 de fevereiro de 2007
11 de fevereiro de 2007
"Crise" à hora da bica
Não vou falar do único – e muito interessante – facto político que hoje ocorreu e que, curiosamente, nada tem a ver com “a crise”.
O que vou é contestar uma afirmação produzida no programa:
Foi-me lá atribuída a gestão do “Dossier PSA”.
Desminto! Trata-se de matéria conduzida directamente, e bem, pelo Senhor Presidente da Câmara.
É verdade que nunca me furtei a responder a perguntas formuladas pela comunicação social sobre esta ou outras matérias. Mas não é o facto de uma pessoa prestar declarações sobre assuntos dos quais tem conhecimento que a tornam líder do processo.
Fica feita a correcção.
Já agora:
O João Lopes tem no Observatório uma análise que me parece bem mais lúcida, embora não concorde com tudo o que lá diz. A seu tempo comentarei.
O que vou é contestar uma afirmação produzida no programa:
Foi-me lá atribuída a gestão do “Dossier PSA”.
Desminto! Trata-se de matéria conduzida directamente, e bem, pelo Senhor Presidente da Câmara.
É verdade que nunca me furtei a responder a perguntas formuladas pela comunicação social sobre esta ou outras matérias. Mas não é o facto de uma pessoa prestar declarações sobre assuntos dos quais tem conhecimento que a tornam líder do processo.
Fica feita a correcção.
Já agora:
O João Lopes tem no Observatório uma análise que me parece bem mais lúcida, embora não concorde com tudo o que lá diz. A seu tempo comentarei.
10 de fevereiro de 2007
9 de fevereiro de 2007
Para os anais...
... fica este exemplo de crítica política e nada pessoal:
Se até aqui dizia que a CMM era uma verdadeiro circo agora depois de ouvir na integra as declarações de Soares Marques tenho de reconhecer que é um pântano cheio de animais venenosos.
Se até aqui dizia que a CMM era uma verdadeiro circo agora depois de ouvir na integra as declarações de Soares Marques tenho de reconhecer que é um pântano cheio de animais venenosos.
7 de fevereiro de 2007
5 de fevereiro de 2007
3 de fevereiro de 2007
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