



Começaram as obras de construção do novo reservatório de água, no monte da Senhora do Castelo.
Falaram-me desta plantação de árvores na passada quarta-feira, 22/03. Tive curiosidade e fui vê-las "on site".













Caro Dr. António Barroso,
Tomei boa nota da sua participação neste meu espaço. Tenho, contudo, alguns reparos a fazer. Assim:
Agnelo Figueiredo
Participei no debate sobre o futuro do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) que decorreu ontem, 18 de Fevereiro. Das intervenções dos responsáveis presentes, retirei a seguinte conclusão:
O encerramento do SAP de Mangualde, quando for efectuado, será precedido de duas medidas complementares, as quais se traduzirão num significativo aumento da qualidade do atendimento dos utentes:
Tudo boas notícias.
Só tive pena que uma das perguntas que lá fiz não tivesse obtido uma resposta objectiva. Era assim a questão:
De acordo com os números que obtive, durante o ano de 2005 houve 2124 utentes que recorreram ao SAP de Mangualde no período entre a meia-noite e as oito da manhã. Será que algum destes utentes, acometido por doença súbita e grave, não faleceu nem ficou inválido pelo simples facto de ter sido atendido no SAP?
(Como normalmente faço, gravei. Fica aqui um cheirinho para fazer inveja aos que faltaram.)
Agnelo Figueiredo
A princípio fiquei preocupado.
Era o título: “Requisição de militar abre polémica em Mangualde”.
Instantaneamente, assaltou-me um pensamento: “Queres ver que os munícipes estão desagradados com a acção que o Major Ferrinho está a desenvolver?”
Preocupado e surpreso. É que o feed-back que vou tendo por parte dos munícipes é exactamente o contrário. O que me dizem é que o senhor Major veio imprimir um ritmo inusitado na realização das obras de administração directa da Câmara; que estabeleceu metodologias de coordenação dos meios – materiais e humanos – que se traduzem num significativo aumento da produtividade; que até estranham a rapidez com que, desde a sua vinda, se resolvem os problemas dos cidadãos. E pensei: “Queres ver que me têm andado a enganar?”
E foi assim que comecei a ler.
Rapidamente fiquei mais tranquilo. De facto, de acordo com o artigo do jornal, o “descontentamento” é interno. “Os seis chefes de divisão ponderaram o pedido de demissão”, e quatro manifestaram mesmo a “vontade de apresentarem a demissão”.
Eu julgava que tinham sido apenas dois chefes de divisão, mas o Público fala em quatro. Talvez. Mas, mesmo que o jornal tenha razão, é menos grave que o que eu estava a pensar. Muito menos. É, até, natural. A mudança organizacional, como se pode aprender em qualquer livrito de Administração, gera sempre resistências e conflitos. E é exactamente isso que está a acontecer. Quando se introduzem alterações da estrutura funcional no sentido de a dotar de maior operacionalidade, consistência, responsabilidade e coerência com os objectivos políticos sufragados, acaba-se sempre por tocar em algumas rotinas, hábitos instalados, e até mesmo privilégios, o que causa fenómenos de rejeição. É normal!
Mas isso, apesar de instada, não quis a jornalista abordar!

(Público de 30/01/2006 - Local)
Já conhecia as intenções do Governo encerrar as nossas Escolas do 1º Ciclo de:
Hoje mesmo, tomei conhecimento do mesmo frémito reordenativo, quanto à oferta da Educação Pré-Escolar. Estão na lista negra – para encerramento – os Jardins-de-infância de:
Que comentários se vos oferecem?