27 de maio de 2006

Chafariz

Chafariz Largo Pedro Álvares Cabral
Lembro-me bem deste chafariz, na Av. da Liberdade, ao lado dos Bombeiros. Foi para aqui trasladado, para o Largo Pedro Álvares Cabral, quando se viabilizou uma construção no seu lugar original. Nessa altura, foi-lhe acrescentado um grande lago ovalizado que lhe deu uma outra dimensão.
A ideia não era nada tosca, diga-se. Só que, quem a teve não a realizou (normalmente é assim), tendo vindo a enfermar de dois problemas de monta: a enorme quantidade de água necessária para o encher (cerca de 15.000 litros), e a dificuldade em o manter cheio, pela falta de estanqueidade.
Foi no sentido da resolução destes problemas que agora se interveio. Ao que se pode constatar, parece que com sucesso.

26 de maio de 2006

Falta de água

Aborrecidíssimo com este transtorno, urge agir para que não se volte a repetir.
Assim, serão as condutas de água absolutamente proibidas de romper sem prévia autorização, sob pena de caírem em ilicito disciplinar com o respectivo quadro sancionatório.

23 de maio de 2006

Novo reservatório de água

A conduta adutora já está instalada monte acima.
Temi, embora os técnicos me tivessem sossegado, que o impacto paisagístico fosse dramático.
Felizmente, tal não acontece. Depois de alguns trabalhos de qualificação, ligeiros, não causará nenhum dano significativo, como se pode verificar.

21 de maio de 2006

Variante da Abrunhosa do Mato


Vai ficar bem.
Mas se for possível rasgar a ligação ao Senhor do Calvário, ainda ficará melhor.

12 de maio de 2006

"O" Beira Alta

Muitas e muitas horas se passaram por aqui. Sobretudo no Bar. A bica era excelente, o fino saía bem, e em conversa, rapidamente chegávamos ao acordo: éramos todos do "contra"!
Já então era velho. E, inexoravelmente, foi-se degradando até à completa ruína.
Por isso se saúda o início da reconstrução e a perspectiva de novos residentes no centro da cidade.
O velho Beira-Alta

9 de maio de 2006

Parque eólico

Como muita gente diz por aí, isto é capaz de ser muito bom.
Isto até pode ser capaz de produzir energia eléctrica - e "limpa" - para mais de 40.000 pessoas; isto até pode ser capaz de render mais de 500.000 € anuais em rendas; isto até pode ser capaz de ajudar a reduzir as emissões de CO2; isto até pode ser capaz de diminiuir o desnível da nossa balança comercial; isto até pode ser capaz de ser muito "moderno", muito "jovem", muito "in"...
Pois. Pode ser isto tudo, mas... não me atrai mesmo nada!
Parque eólico da Sra. do Castelo - Mangualde

7 de maio de 2006

3 de maio de 2006

"Zona de Equipamento"

Mangualde no Google Earth
Ora aqui temos, dentro do polígono delimitado a cor-de-rosa, a vasta zona que, paulatinamente, determinados estrategas foram construindo ao longo dos anos, perseguindo a finalidade da "concentração".
Tudo sem PDM e, na minha opinião, mal, conforme defendi perante dois Presidentes da Câmara. Porquê?
Porque o que ali agora temos é uma enorme área desertificada. Sim. Até vou repetir: desertificada!
A fixação de residentes, ainda que em zona periférica, é, por motivos óbvios, francamente desejável.

(Como se depreenderá, o que pintei a verde não tem nada a ver com isto)

1 de maio de 2006

Padre Messias


Merecida homenagem prestada num concerto no Auditório do Centro Paroquial de Mangualde.
"Homem-Festa" lhe chamou o Vigário Geral, e muito bem na minha opinião. A energia, o entusiasmo, a vontade e o fino humor, tudo numa só palavra. Eu acrescentaria: "Património do Concelho"
Parabéns, Padre Messias e obrigado!
Um cheirinho aqui.

Nota negativa para os "sedentos de cultura" mais uma vez ausentes.

29 de abril de 2006

Rotunda 4 (Estação)

Pavimentada a aguardar os arranjos finais .
Mangualde - Rotunda Estação
Sete meses depois de iniciada, a obra da Avenida da Estação está prestes a entrar na segunda fase: estacionamento e passeios.

26 de abril de 2006

Dê Sangue

Crónica de um passeio

25/04/2006.
Levantei-me muito sensibilizado com o discurso do Presidente Aníbal Cavaco Silva apelando ao Pacto para a Inclusão. Aquele imperativo nacional, tão clarividentemente exposto, deixou-me prostrado, tal a dimensão da tarefa que se perfila. Nem a bica no Melro me deixou menos sisudo. Nada!
Meditabundo, resolvi sair desta terra de marginalizados, excluídos e outros perseguidos, e ir “ver mundo”. Peguei no carro – esse insubstituível instrumento de autodeterminação e de exercício da liberdade individual (pese embora a guerra que lhe tem sido movida por uma horda de imbecis que lhe atribuem malefícios que não são dele, mas do combustível que ainda é usado) – e abalei, A25 fora, em direcção ao mar.
Num instante, dei de caras com a Serra do Caramulo. Isto é, costumava ser a Serra do Caramulo. Mas… o recorte não era assim… aquelas coisas lá no cimo… umas torres… muitas torres… enormes… altíssimas… ah! aerogeradores! energia limpa! Ah, sim!
Bom, mas a serra foi-se. Aquela linha de recorte contra o horizonte, tão característica, desapareceu. Disso não há dúvida nenhuma. Uma antena aqui e outra acolá, ainda vá que não vá. Agora assim… Adeus paisagem tradicional. Adeus postais ilustrados. Ah, pois é!
E foi então que a dúvida me assaltou: Não estaremos perante um hediondo crime contra o património paisagístico? Um grosseiro atentado contra o ambiente? É que, para além dos aspectos que já foquei – turístico/paisagísticos – há o problema do ecossistema. Naturalmente devastado, não? A passarada, por exemplo, nem se pode aproximar daquelas coisas, tal o risco de levar uma traulitada das gigantescas pás sempre a girar. Uma coisa tenebrosa. Horrível! Não haverá por aí nenhuma agremiação ecologista que lute pela restauração das condições originais? Nem uma? É certo que eles têm mais o hábito de olhar para baixo, para os leitos dos rios, por exemplo, que é onde se constroem barragens. Mas, caramba, de quando em vez podiam olhar para cima, não?
Então e os autarcas lá do sítio? Que andam a fazer para preservar o património natural do seu concelho? Será que andam - também - iludidos pela “modernidade”? Se calhar andam preocupados em ter o posto de turismo aberto para indicar aos putativos turistas o percurso pedestre apropriado para observar de perto as torres eólicas…

(continua)

14 de abril de 2006

Rotunda "4"

Hoje tive a visita de um conterrâneo emigrado que há muito não vem à sua terra. Por isso, este post é destinado, especialmente, àqueles que, estando longe, aqui vêm, de quando em vez, para rever a sua terra.
Pois este é o ponto da situação da última rotunda da Avenida da Estação, juntinho à Estação do Caminho de Ferro, quase pronta para a pavimentação.
Houve muitos que vaticinaram que não a conseguiríamos fazer. Enganaram-se!

12 de abril de 2006

"Propaganda"

Conhecedor do verdadeiro regabofe que se verificou, no ano transacto, com a apreciação das rubricas de "Publicidade e Propaganda" e "Deslocações e Estadas", incluídas na apresentação da Conta de Gerência da Câmara Municipal, e como se mantiveram os critérios de classificação contabilística das despesas, dei orientações precisas para que fossem distribuídas aos senhores vereadores da oposição as respectivas notas discriminativas elaboradas pelos serviços. E foram!
Todavia, não terão chegado ao órgão informativo, ao contrário das 258 páginas que constituem os dois documentos oficiais.
Mas pronto. Aqui estão:

9 de abril de 2006